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segunda-feira, 6 de junho de 2016
sábado, 7 de janeiro de 2012
PASSEIO DE MOTO A GONÇALVES / MG - CACHOEIRA DO SIMÃO (07 JAN 2012)





Hoje fiz um passeio de moto até Gonçalves (MG). O objetivo era conhecer um pouco mais a região e principalmente as cachoeiras da cidade.
Na verdade, tive tempo para ir somente em uma delas: a Cachoeira do Simão.
Saí cedo de São José dos Campos (SP) e cheguei rapidamente a Gonçalves.
Fiz o seguinte caminho:
1-) Saindo de São José dos Campos, peguei a estrada SP-50 que leva até a Monteiro Lobato (SP).
2-) Continuando por esta estrada, em um trevo antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal (SP), existe uma rotatória onde você deve pegar a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí Mirim (MG) e São Bento do Sapucaí (SP). Já entrando no estado de Minas Gerais, esta estrada se transforma na MG-173.
3-) Pouco depois de passar por São Bento do Sapucaí, e depois por um posto de fiscalização, já dentro do Estado de Minas Gerais, você verá uma placa indicando para esperar no acostamento à direita, pois a entrada para Gonçalves fica à esquerda e é necessário cruzar a estrada.
4-) Na estrada para Gonçalves, basta seguir por cerca de 13 quilômetros.
Já peguei estas estradas diversas vezes. A diferença, é que hoje, a estrada SP-50 estava quase toda "recapeada", e tinha apenas dois pontos em que havia meia pista, devido ao desmoronamento da estrada. A SP-42, no trecho que liga o trevo de Santo Antonio do Pinhal a Sapucaí-Mirim, também foi "recapeado". Está excelente! Vamos ver quanto tempo vai durar.
Chegando em Gonçalves, parei no escritório de turismo no portal de entrada da cidade para pegar um mapa da cidade (havia esquecido meu mapa e minha anotações em casa).
Dei uma passada no centro da cidade para ver como estavam as coisas, tirar umas fotos e filmar o local. Um lugar que acho muito legal por lá é o Café Com Verso. Desde a última vez que estive por lá, as coisas mudaram um pouco no ambiente - está muito bacana. A criatividade dos mineiros é realmente interessante. Hoje encontrei do lado de fora do local uma placa indicando rede sem fio (Internet), mas no estilo mineiro: UAI-FAI ao invés de WI-FI. Outro dia, em Brazópolis (MG) já tinha encontrado a sorveteria UAICE-CREAM. Tudo bem, afinal, estou em Minas Gerais, uai!
Saí do centro da cidade em direção à região onde ficavam as cachoeiras que queria conhecer. Tentei achar a Cachoeira Sete Quedas, mas no lugar onde eu supus que seria a entrada para a trilha que leva até a cachoeira, o mato estava na altura da minha cintura. Barro puro na estrada. Não dava nem para deixar a moto no cavalete, pois afundava no barro. Ela teria que ficar apoiada na cerca de arame farpado ou na parede do morro, na beira da estrada. Alguma coisa me falou para deixar para ir outro dia.
Continuei pela estrada de terra e encontrei uma pessoa a cavalo. Perguntei sobre a Cachoeira Sete Quedas, e ela me disse que a entrada, era aquela mesma que eu havia encontrado antes. Disse que mais à frente teria a Cachoeira do Simão, e que ela era bem legal também. Olhei no bolso do meu blusão e vi que tinha perdido o mapa em algum lugar da estrada (acho que hoje não era meu dia). Fui para a Cachoeira do Simão seguindo as indicações que recebi da pessoa que estava a cavalo.
O lugar é bem agradável, desde que você vá em um dia que não tenha muitas pessoas. Assim que cheguei, havia 3 pessoas na cachoeira (contando comigo). Em poucos minutos, o lugar estava completamente tomado de gente. Se você quer filmar ou tirar uma foto, pode esquecer e deixar para outro dia.
Saí de lá um pouco depois das 13:00 horas. Como o tempo estava "fechando", resolvi começar minha viagem de volta. Parei em Sapucaí Mirim para comer o famoso lanche com lingüiça de lá e retornei para São José dos Campos. Cheguei no fim da tarde.
Filmei alguns lugares por lá, e o vídeo pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=Ril8fgK2S20
Em breve estarei conhecendo as outras cachoeiras de lá, fotografando-as, filmando-as e publicando tudo aqui.
Estando em Gonçalves, o caminho para chegar à Cachoeira do Simão é o seguinte:
1-) Pegar a estrada de terra que vai para o bairro São Sebastião das Três Orelhas. É só perguntar que todo mundo sabe lhe indicar.
2-) Siga por esta estrada por cerca de 3,5 quilômetros e você encontrará uma bifurcação. Pegue a estrada da esquerda, que vai em direção ao bairro dos Venâncios. Existe até uma placa indicando o caminho para o restaurante Le Gourmet Bistrot. Cerca de 600 metros depois, você vai encontrar a entrada para a cachoeira, que aliás, tem mais de uma. Mais abaixo, ao lado de uma ponte, tem a entrada mais fácil, mas não tem lugar para deixar carro. Dá para deixar a moto, e foi onde parei.
Na verdade, tive tempo para ir somente em uma delas: a Cachoeira do Simão.
Saí cedo de São José dos Campos (SP) e cheguei rapidamente a Gonçalves.
Fiz o seguinte caminho:
1-) Saindo de São José dos Campos, peguei a estrada SP-50 que leva até a Monteiro Lobato (SP).
2-) Continuando por esta estrada, em um trevo antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal (SP), existe uma rotatória onde você deve pegar a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí Mirim (MG) e São Bento do Sapucaí (SP). Já entrando no estado de Minas Gerais, esta estrada se transforma na MG-173.
3-) Pouco depois de passar por São Bento do Sapucaí, e depois por um posto de fiscalização, já dentro do Estado de Minas Gerais, você verá uma placa indicando para esperar no acostamento à direita, pois a entrada para Gonçalves fica à esquerda e é necessário cruzar a estrada.
4-) Na estrada para Gonçalves, basta seguir por cerca de 13 quilômetros.
Já peguei estas estradas diversas vezes. A diferença, é que hoje, a estrada SP-50 estava quase toda "recapeada", e tinha apenas dois pontos em que havia meia pista, devido ao desmoronamento da estrada. A SP-42, no trecho que liga o trevo de Santo Antonio do Pinhal a Sapucaí-Mirim, também foi "recapeado". Está excelente! Vamos ver quanto tempo vai durar.
Chegando em Gonçalves, parei no escritório de turismo no portal de entrada da cidade para pegar um mapa da cidade (havia esquecido meu mapa e minha anotações em casa).
Dei uma passada no centro da cidade para ver como estavam as coisas, tirar umas fotos e filmar o local. Um lugar que acho muito legal por lá é o Café Com Verso. Desde a última vez que estive por lá, as coisas mudaram um pouco no ambiente - está muito bacana. A criatividade dos mineiros é realmente interessante. Hoje encontrei do lado de fora do local uma placa indicando rede sem fio (Internet), mas no estilo mineiro: UAI-FAI ao invés de WI-FI. Outro dia, em Brazópolis (MG) já tinha encontrado a sorveteria UAICE-CREAM. Tudo bem, afinal, estou em Minas Gerais, uai!
Saí do centro da cidade em direção à região onde ficavam as cachoeiras que queria conhecer. Tentei achar a Cachoeira Sete Quedas, mas no lugar onde eu supus que seria a entrada para a trilha que leva até a cachoeira, o mato estava na altura da minha cintura. Barro puro na estrada. Não dava nem para deixar a moto no cavalete, pois afundava no barro. Ela teria que ficar apoiada na cerca de arame farpado ou na parede do morro, na beira da estrada. Alguma coisa me falou para deixar para ir outro dia.
Continuei pela estrada de terra e encontrei uma pessoa a cavalo. Perguntei sobre a Cachoeira Sete Quedas, e ela me disse que a entrada, era aquela mesma que eu havia encontrado antes. Disse que mais à frente teria a Cachoeira do Simão, e que ela era bem legal também. Olhei no bolso do meu blusão e vi que tinha perdido o mapa em algum lugar da estrada (acho que hoje não era meu dia). Fui para a Cachoeira do Simão seguindo as indicações que recebi da pessoa que estava a cavalo.
O lugar é bem agradável, desde que você vá em um dia que não tenha muitas pessoas. Assim que cheguei, havia 3 pessoas na cachoeira (contando comigo). Em poucos minutos, o lugar estava completamente tomado de gente. Se você quer filmar ou tirar uma foto, pode esquecer e deixar para outro dia.
Saí de lá um pouco depois das 13:00 horas. Como o tempo estava "fechando", resolvi começar minha viagem de volta. Parei em Sapucaí Mirim para comer o famoso lanche com lingüiça de lá e retornei para São José dos Campos. Cheguei no fim da tarde.
Filmei alguns lugares por lá, e o vídeo pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=Ril8fgK2S20
Em breve estarei conhecendo as outras cachoeiras de lá, fotografando-as, filmando-as e publicando tudo aqui.
Estando em Gonçalves, o caminho para chegar à Cachoeira do Simão é o seguinte:
1-) Pegar a estrada de terra que vai para o bairro São Sebastião das Três Orelhas. É só perguntar que todo mundo sabe lhe indicar.
2-) Siga por esta estrada por cerca de 3,5 quilômetros e você encontrará uma bifurcação. Pegue a estrada da esquerda, que vai em direção ao bairro dos Venâncios. Existe até uma placa indicando o caminho para o restaurante Le Gourmet Bistrot. Cerca de 600 metros depois, você vai encontrar a entrada para a cachoeira, que aliás, tem mais de uma. Mais abaixo, ao lado de uma ponte, tem a entrada mais fácil, mas não tem lugar para deixar carro. Dá para deixar a moto, e foi onde parei.
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
domingo, 27 de fevereiro de 2011
PASSEIO DE MOTO ATÉ A CACHOEIRA EM CONCEIÇÃO DOS OUROS / MG (27 FEV 2011)





Saí de Cachoeira de Minas (MG) em direção a Conceição do Ouros (MG).
Consegui encontrar a estrada de terra da qual o morador de Cachoeira de Minas havia me falado e segui em frente.
Pelo caminho, encontrei um morador da região caminhando pela estrada e perguntei à ele sobre a tal cachoeira. Ele confirmou que eu estava no caminho certo e deu indicações adicionais.
Chegando lá me deparei com uma cachoeira de tamanho bem razoável, formada por algumas quedas d'água. Para entrar na Cachoeira você paga R$ 2,00 (na data de hoje).
O nome do lugar... Kascata de Ouro (Com "K" mesmo).
Nos últimos três meses, tenho visitado várias cachoeiras na região da Serra da Mantiqueira e Sul de Minas Gerais, e a que eu mais gostei foi esta.
No local você vai encontrar um barzinho onde poderá comprar comida e bebida. Existem também banheiros e na minha percepção, a infra-estrutura me pareceu ser adequada.
Na parte de baixo, existe uma piscina formada pelas águas da cachoeira. Se você quiser subir até o topo, existem guias de metal e cabos, bem seguros.
Mesmo estando de mochila nas costas, capacete na mão e calçando bota, resolvi subir a cachoeira.
Minha bota não ajudou muito quando estava quase chegando ao topo, pois estava muito escorregadio. De qualquer forma, quase cheguei lá, e pude tirar boas fotos. No meio da subida, outra piscina é formada com a água da cachoeira.
Com o sol de meio-dia na cabeça, carregando todas as minhas coisas e com a cabeça completamente molhada de suor, encerrei minha subida na cachoeira.
Gostei muito do lugar. O que mais me chamou a atenção foi a limpeza, por todos os lugares (inclusive na cachoeira). Não havia muita gente e me pareceu ser ideal para se passar um dia com família ou amigos.
Vou voltar lá em breve.
Como fazer para chegar na "Kascata de Ouro":
1-) Saindo de Conceição do Ouros, logo após o portal, você irá pela estrada de asfalto (MG-173), descer um morro e subir outro (distância aproximada de 2 quilômetros).
2-) Você avistará à direita uma entrada para uma estrada de terra. Logo na cerca você verá uma placa onde está escrito "Kascata".
3-) Entre nesta estrada e siga por 4,5 quilômetros. Você passará por uma ponte de madeira no meio do caminho. Ao final dos 4,5 quilômetros você verá uma entrada à direita.
4-) Pegue esta entrada e siga sempre em frente por mais 1,4 quilômetro. No meio do caminho você passará por outra ponte de madeira e verá também uma placa de indicação escrita "Kascata de Ouro".
Consegui encontrar a estrada de terra da qual o morador de Cachoeira de Minas havia me falado e segui em frente.
Pelo caminho, encontrei um morador da região caminhando pela estrada e perguntei à ele sobre a tal cachoeira. Ele confirmou que eu estava no caminho certo e deu indicações adicionais.
Chegando lá me deparei com uma cachoeira de tamanho bem razoável, formada por algumas quedas d'água. Para entrar na Cachoeira você paga R$ 2,00 (na data de hoje).
O nome do lugar... Kascata de Ouro (Com "K" mesmo).
Nos últimos três meses, tenho visitado várias cachoeiras na região da Serra da Mantiqueira e Sul de Minas Gerais, e a que eu mais gostei foi esta.
No local você vai encontrar um barzinho onde poderá comprar comida e bebida. Existem também banheiros e na minha percepção, a infra-estrutura me pareceu ser adequada.
Na parte de baixo, existe uma piscina formada pelas águas da cachoeira. Se você quiser subir até o topo, existem guias de metal e cabos, bem seguros.
Mesmo estando de mochila nas costas, capacete na mão e calçando bota, resolvi subir a cachoeira.
Minha bota não ajudou muito quando estava quase chegando ao topo, pois estava muito escorregadio. De qualquer forma, quase cheguei lá, e pude tirar boas fotos. No meio da subida, outra piscina é formada com a água da cachoeira.
Com o sol de meio-dia na cabeça, carregando todas as minhas coisas e com a cabeça completamente molhada de suor, encerrei minha subida na cachoeira.
Gostei muito do lugar. O que mais me chamou a atenção foi a limpeza, por todos os lugares (inclusive na cachoeira). Não havia muita gente e me pareceu ser ideal para se passar um dia com família ou amigos.
Vou voltar lá em breve.
Como fazer para chegar na "Kascata de Ouro":
1-) Saindo de Conceição do Ouros, logo após o portal, você irá pela estrada de asfalto (MG-173), descer um morro e subir outro (distância aproximada de 2 quilômetros).
2-) Você avistará à direita uma entrada para uma estrada de terra. Logo na cerca você verá uma placa onde está escrito "Kascata".
3-) Entre nesta estrada e siga por 4,5 quilômetros. Você passará por uma ponte de madeira no meio do caminho. Ao final dos 4,5 quilômetros você verá uma entrada à direita.
4-) Pegue esta entrada e siga sempre em frente por mais 1,4 quilômetro. No meio do caminho você passará por outra ponte de madeira e verá também uma placa de indicação escrita "Kascata de Ouro".
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
PASSEIO DE MOTO A CACHOEIRA DE MINAS / MG (27 FEV 2011)





Ontem à noite, olhei para o céu e vi que estava completamente limpo. Aparentemente, o domingo seria de sol (pelo menos em São José dos Campos), ao contrário do que a previsão do tempo indicava.
Resolvi arriscar a fazer uma viagem até a cidade de Cachoeira de Minas (MG). Embora estivesse muito em cima da hora, tentei sem sucesso, avisar alguns colegas sobre o passeio.
Saí no domingo de manhã em direção a Cachoeira de Minas. A estrada estava praticamente vazia e a viagem foi muito tranqüila.
A região de Cachoeira de Minas começou a ser ocupada em 1853, quando foi doado um terreno para a construção de uma capela, que foi inaugurada em 1854. Na época o povoado que se formou ao redor da capela se chamava São João Batista das Cachoeiras, um nome formado pela mistura do nome santo padroeiro da capela e por causa das quedas d'água do rio Sapucaí-Mirim que passa ao lado da cidade.
Um decreto de 1865 transforma o povoado em Distrito de São João Batista das Cachoeiras. Em 1924 transforma-se no município de Cachoeiras, que em 1943 muda de nome para Catadupas, e finalmente, em 1948, recebe a denominação de Cachoeira de Minas. A principal atividade econômica é a agropecuária, mas a cidade ainda tem a produção de polvilho e artesanato.
Chegando lá, fui até a praça principal da cidade e tirei algumas fotos do lugar. A cidade é bem pequena.
Como sempre, converso com algum morador local e perguntei se havia na região alguma cachoeira que eu pudesse visitar. Embora o nome da cidade fosse Cachoeira de Minas, o morador disse que não conhecia nenhuma cachoeira por lá.
Na verdade, eu já havia visto pela Internet uma referência a uma cachoeira chamada Cachoeira da Usina, localizada em um distrito chamado Itaim, contudo, segundo o que li, para chegar na cachoeira você deve entrar na mata, e eu não estava a fim de fazer isto, pelo menos, hoje não.
O morador me disse que conhecia uma cachoeira na cidade de Conceição dos Ouros (MG) e me deu as indicações para chegar lá. Pedi mais dicas do que podia ser feito na cidade e fiquei sabendo que o Carnaval em Cachoeira de Minas é bem familiar e procurado. Além disso, a cidade promove uma festa junina que tem a maior fogueira de todo o Brasil, chamada "A Fogueira de São Pedro".
Como Conceição do Ouros estaria obrigatoriamente no meu caminho de retorno, fui procurar a tal cachoeira que ele me falou.
Como fazer para chegar em Conceição dos Ouros e de lá, chegar em Cachoeira de Minas:
1-) Saindo de São José dos Campos (SP), pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295.
5-) Depois da rotatória de Paraisópolis, você vai andar cerca de 900 metros e verá na altura do quilômetro 40 da MG-295, uma fábrica da Delphi Automotive.
6-) Na fábrica, saia da estrada, virando à esquerda, pegando uma rua de paralelepípedo onde você seguirá por aproximadamente 900 metros. No fim da rua existe um cruzamento onde você verá o Hotel Serras de Minas, o restaurante Estância Mineira e um posto de gasolina.
7-) Neste cruzamento vire à direita. Existem várias placas de indicação pelo caminho. Você estará novamente na estrada MG-173, no trecho que liga Paraisópolis a Conceição dos Ouros (MG). Este trecho de estrada está em condições aceitáveis.
8-) Siga por esta estrada por 19 quilômetros. Entrando em Conceição dos Ouros, siga sempre em frente que você chegará em uma avenida de paralelepípedos, com palmeiras no meio da mesma. No final da avenida você encontrará uma praça e a principal igreja da cidade.
9-) No fim da praça, à direita tem outra avenida de paralelepípedos, com placa indicando a cidade de Cachoeira de Minas. Siga por mais 8 quilômetros e chegará lá.
Resolvi arriscar a fazer uma viagem até a cidade de Cachoeira de Minas (MG). Embora estivesse muito em cima da hora, tentei sem sucesso, avisar alguns colegas sobre o passeio.
Saí no domingo de manhã em direção a Cachoeira de Minas. A estrada estava praticamente vazia e a viagem foi muito tranqüila.
A região de Cachoeira de Minas começou a ser ocupada em 1853, quando foi doado um terreno para a construção de uma capela, que foi inaugurada em 1854. Na época o povoado que se formou ao redor da capela se chamava São João Batista das Cachoeiras, um nome formado pela mistura do nome santo padroeiro da capela e por causa das quedas d'água do rio Sapucaí-Mirim que passa ao lado da cidade.
Um decreto de 1865 transforma o povoado em Distrito de São João Batista das Cachoeiras. Em 1924 transforma-se no município de Cachoeiras, que em 1943 muda de nome para Catadupas, e finalmente, em 1948, recebe a denominação de Cachoeira de Minas. A principal atividade econômica é a agropecuária, mas a cidade ainda tem a produção de polvilho e artesanato.
Chegando lá, fui até a praça principal da cidade e tirei algumas fotos do lugar. A cidade é bem pequena.
Como sempre, converso com algum morador local e perguntei se havia na região alguma cachoeira que eu pudesse visitar. Embora o nome da cidade fosse Cachoeira de Minas, o morador disse que não conhecia nenhuma cachoeira por lá.
Na verdade, eu já havia visto pela Internet uma referência a uma cachoeira chamada Cachoeira da Usina, localizada em um distrito chamado Itaim, contudo, segundo o que li, para chegar na cachoeira você deve entrar na mata, e eu não estava a fim de fazer isto, pelo menos, hoje não.
O morador me disse que conhecia uma cachoeira na cidade de Conceição dos Ouros (MG) e me deu as indicações para chegar lá. Pedi mais dicas do que podia ser feito na cidade e fiquei sabendo que o Carnaval em Cachoeira de Minas é bem familiar e procurado. Além disso, a cidade promove uma festa junina que tem a maior fogueira de todo o Brasil, chamada "A Fogueira de São Pedro".
Como Conceição do Ouros estaria obrigatoriamente no meu caminho de retorno, fui procurar a tal cachoeira que ele me falou.
Como fazer para chegar em Conceição dos Ouros e de lá, chegar em Cachoeira de Minas:
1-) Saindo de São José dos Campos (SP), pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295.
5-) Depois da rotatória de Paraisópolis, você vai andar cerca de 900 metros e verá na altura do quilômetro 40 da MG-295, uma fábrica da Delphi Automotive.
6-) Na fábrica, saia da estrada, virando à esquerda, pegando uma rua de paralelepípedo onde você seguirá por aproximadamente 900 metros. No fim da rua existe um cruzamento onde você verá o Hotel Serras de Minas, o restaurante Estância Mineira e um posto de gasolina.
7-) Neste cruzamento vire à direita. Existem várias placas de indicação pelo caminho. Você estará novamente na estrada MG-173, no trecho que liga Paraisópolis a Conceição dos Ouros (MG). Este trecho de estrada está em condições aceitáveis.
8-) Siga por esta estrada por 19 quilômetros. Entrando em Conceição dos Ouros, siga sempre em frente que você chegará em uma avenida de paralelepípedos, com palmeiras no meio da mesma. No final da avenida você encontrará uma praça e a principal igreja da cidade.
9-) No fim da praça, à direita tem outra avenida de paralelepípedos, com placa indicando a cidade de Cachoeira de Minas. Siga por mais 8 quilômetros e chegará lá.
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
domingo, 30 de janeiro de 2011
PASSEIO DE MOTO A CAMBUÍ / MG (30 JAN 2011)


Em minha visita a Córrego do Bom Jesus (MG) eu estava praticamente ao lado de Cambuí (MG), então, resolvi dar uma passada por lá.
Minha visita a Cambuí foi por acaso, portanto, não havia pesquisado antecipadamente sobre a cidade e não sabia o que procurar por lá.
Andei por algumas ruas da cidade e tirei algumas fotos.
Voltei para Córrego do Bom Jesus, pois iria visitar a Cachoeira Três Irmãos.
Em outra ocasião, visitarei a Cambuí com mais tempo, para conhecer sua história e ver o que a cidade tem a oferecer.
Minha visita a Cambuí foi por acaso, portanto, não havia pesquisado antecipadamente sobre a cidade e não sabia o que procurar por lá.
Andei por algumas ruas da cidade e tirei algumas fotos.
Voltei para Córrego do Bom Jesus, pois iria visitar a Cachoeira Três Irmãos.
Em outra ocasião, visitarei a Cambuí com mais tempo, para conhecer sua história e ver o que a cidade tem a oferecer.
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
PASSEIO DE MOTO ATÉ CÓRREGO DO BOM JESUS / MG (30 JAN 2011)





Hoje de manhã levantei, e embora não tivesse programado nada, resolvi sair para fazer um passeio de moto.
Há meses queria conhecer a cidade de Córrego do Bom Jesus (MG), chamada também de "a cidade santuário".
Pelo caminho que vi no mapa, primeiro deveria me dirigir à cidade de Consolação (MG) e de lá, pegar uma estrada para Córrego do Bom Jesus. Talvez até exista uma maneira mais fácil de se chegar lá, mas no momento, é o caminho que descobri.
Não se sabe ao certo a data de fundação de Córrego do Bom Jesus. Dizem que foi fundada entre 1865 e 1880, a partir de uma capela construída em homenagem ao Senhor Bom Jesus. Antes disso, o local era habitado pelos índios.
Em 1889 o povoado transformou-se em distrito, e em 1953 em município. Em 1911, a paróquia foi "promovida" a Santuário, em virtude da quantidade de romeiros que recebia, após ser reconhecida como tal por um Bispo e pelo Papa. A igreja atual foi construída em 1972.
A festa do Bom Jesus que começa no fim do mês de Julho e vai até o início de Agosto é muito popular e concorrida.
Atualmente a cidade de Córrego do Bom Jesus tem cerca de 3700 habitantes, e sua principal atividade econômica é a agropecuária.
Chegando em Córrego do Bom Jesus, fui até a praça que eles chamam de santuário, mas a igreja estava fechada. Achei meio estranho, pois era domingo de manhã, contudo, não cabe a mim julgar isto.
Mesmo vendo pelo lado de fora, a igreja tem em sua fachada, um lindo vitral em forma de cruz. Tirei algumas fotos ali e fui andar pela cidade para conhecê-la.
Antes de ir para algum lugar, sempre faço uma pesquisa para saber o que a cidade oferece. Em Córrego do Bom Jesus tem um local chamado Pedra de São Domingos, tem a rampa do Campo dos Raposos, usada pelo pessoal que pratica "vôo livre" e tem também algumas cachoeiras.
Como o tempo estava "curto", pois havia perdido muito tempo na estrada por causa de tráfego lento causado por caminhões, optei por conhecer pelo menos uma cachoeira. A cachoeira ficava no caminho de volta, então, optei por dar uma passada, antes, na cidade de Cambuí (MG).
Fui até Cambuí e depois, já no caminho de volta, fui conhecer a Cachoeira Três Irmãos.
A entrada para a cachoeira é paga (R$ 2,00 na data de hoje), existem mesas e até churrasqueira para você usar. Pelo que observei, você pode levar comida e até fazer um churrasco por lá (eu não tenho certeza disto), mas não pode levar nenhum tipo de bebida (disto eu tenho certeza).
O local tem um tipo de lanchonete onde você pode pedir alguns tipos de porções e bebidas, e na sua entrada, existe um estacionamento. Ao lado da lanchonete existem sanitários.
Na parte de cima da cachoeira (que é a mais legal), existe um tipo de "represa" que vai guiando a água para baixo até chegar em um "toboágua" que é bem usado pelas crianças.
O fluxo de água termina em uma piscina de água natural.
Achei a Cachoeira Três Irmãos um lugar popular, simpático, bem organizado e limpo.
Terminada minha visita a cachoeira, comecei minha viagem de volta a São José dos Campos (SP), mas como sempre que vou para aquela região, parei no restaurante Toca do Mineiro que fica um pouco antes da entrada de Sapucaí-Mirim (em um posto de gasolina da BR). Os lanches e a comida deles é muito boa.
Cheguei no fim da tarde.
A distância entre São José dos Campos e Córrego do Bom Jesus é de 135 quilômetros. O tempo de viagem, dependendo do tráfego é de cerca de 2 horas e meia.
Como fazer para chegar em Consolação e de lá, chegar em Córrego do Bom Jesus:
1-) Saindo de São José dos Campos, pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295.
5-) Depois da rotatória de Paraisópolis, você vai andar cerca de 900 metros e verá na altura do quilômetro 40 da MG-295, uma fábrica da Delphi Automotive.
6-) Na fábrica, saia da estrada, virando à esquerda, pegando uma rua de paralelepípedo onde você seguirá por aproximadamente 900 metros. No fim da rua existe um cruzamento onde você verá o Hotel Serras de Minas, o restaurante Estância Mineira e um posto de gasolina.
7-) Neste cruzamento vire à direita. Existem várias placas de indicação pelo caminho. Você estará novamente na estrada MG-173, no trecho que liga Paraisópolis a Conceição dos Ouros (MG). Este trecho de estrada está em condições aceitáveis.
8-) Siga por cerca de 900 metros e você verá à esquerda uma entrada de asfalto, com placas indicando a cidade de Consolação. Pegue esta estrada e siga sempre em frente. O final dela vai dar na cidade de Consolação.
9-) Chegando em Consolação, a primeira coisa que você vai ver é uma praça. Contorne a praça até chegar na parte de baixo dela. Você verá uma placa com uma seta para a esquerda indicando a cidade de Cambuí. Siga esta estrada nesta direção. Ela é de terra, e suas condições são razoáveis.
10-) Siga por 15 quilômetros e logo em seguida, você verá uma entrada à esquerda, onde existe algo parecido com um pequeno curral. Outro ponto de referência para saber se está no lugar certo: bem à sua frente você vai ver um tipo de pedreira.
11-) Entre por esta estrada à esquerda e siga-a por cerca de 2,1 quilômetros, mantendo-se sempre no lado direito da mesma.
12-) Este caminho termina em uma estrada de asfalto. Se virar à esquerda e andar cerca de 1,4 quilômetro chegará em Córrego do Bom Jesus, caso contrário, se pegar virar à direita e andar cerca de 2,8 quilômetros, chegará na cidade de Cambuí (MG).
Como fazer para chegar na Cachoeria Três Irmãos:
1-) Siga os passos indicados acima, de 1 até 9.
2-) Siga por 6,4 quilômetros e você verá à sua esquerda uma entrada, com placa indicativa para a cachoeira.
3-) Entre neste acesso e siga por mais 800 metros. No caminho você passará por uma ponte de madeira e logo em seguida por um "mata-burro". Alguns metros adiante estará o estacionamento da cachoeira.
Há meses queria conhecer a cidade de Córrego do Bom Jesus (MG), chamada também de "a cidade santuário".
Pelo caminho que vi no mapa, primeiro deveria me dirigir à cidade de Consolação (MG) e de lá, pegar uma estrada para Córrego do Bom Jesus. Talvez até exista uma maneira mais fácil de se chegar lá, mas no momento, é o caminho que descobri.
Não se sabe ao certo a data de fundação de Córrego do Bom Jesus. Dizem que foi fundada entre 1865 e 1880, a partir de uma capela construída em homenagem ao Senhor Bom Jesus. Antes disso, o local era habitado pelos índios.
Em 1889 o povoado transformou-se em distrito, e em 1953 em município. Em 1911, a paróquia foi "promovida" a Santuário, em virtude da quantidade de romeiros que recebia, após ser reconhecida como tal por um Bispo e pelo Papa. A igreja atual foi construída em 1972.
A festa do Bom Jesus que começa no fim do mês de Julho e vai até o início de Agosto é muito popular e concorrida.
Atualmente a cidade de Córrego do Bom Jesus tem cerca de 3700 habitantes, e sua principal atividade econômica é a agropecuária.
Chegando em Córrego do Bom Jesus, fui até a praça que eles chamam de santuário, mas a igreja estava fechada. Achei meio estranho, pois era domingo de manhã, contudo, não cabe a mim julgar isto.
Mesmo vendo pelo lado de fora, a igreja tem em sua fachada, um lindo vitral em forma de cruz. Tirei algumas fotos ali e fui andar pela cidade para conhecê-la.
Antes de ir para algum lugar, sempre faço uma pesquisa para saber o que a cidade oferece. Em Córrego do Bom Jesus tem um local chamado Pedra de São Domingos, tem a rampa do Campo dos Raposos, usada pelo pessoal que pratica "vôo livre" e tem também algumas cachoeiras.
Como o tempo estava "curto", pois havia perdido muito tempo na estrada por causa de tráfego lento causado por caminhões, optei por conhecer pelo menos uma cachoeira. A cachoeira ficava no caminho de volta, então, optei por dar uma passada, antes, na cidade de Cambuí (MG).
Fui até Cambuí e depois, já no caminho de volta, fui conhecer a Cachoeira Três Irmãos.
A entrada para a cachoeira é paga (R$ 2,00 na data de hoje), existem mesas e até churrasqueira para você usar. Pelo que observei, você pode levar comida e até fazer um churrasco por lá (eu não tenho certeza disto), mas não pode levar nenhum tipo de bebida (disto eu tenho certeza).
O local tem um tipo de lanchonete onde você pode pedir alguns tipos de porções e bebidas, e na sua entrada, existe um estacionamento. Ao lado da lanchonete existem sanitários.
Na parte de cima da cachoeira (que é a mais legal), existe um tipo de "represa" que vai guiando a água para baixo até chegar em um "toboágua" que é bem usado pelas crianças.
O fluxo de água termina em uma piscina de água natural.
Achei a Cachoeira Três Irmãos um lugar popular, simpático, bem organizado e limpo.
Terminada minha visita a cachoeira, comecei minha viagem de volta a São José dos Campos (SP), mas como sempre que vou para aquela região, parei no restaurante Toca do Mineiro que fica um pouco antes da entrada de Sapucaí-Mirim (em um posto de gasolina da BR). Os lanches e a comida deles é muito boa.
Cheguei no fim da tarde.
A distância entre São José dos Campos e Córrego do Bom Jesus é de 135 quilômetros. O tempo de viagem, dependendo do tráfego é de cerca de 2 horas e meia.
Como fazer para chegar em Consolação e de lá, chegar em Córrego do Bom Jesus:
1-) Saindo de São José dos Campos, pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295.
5-) Depois da rotatória de Paraisópolis, você vai andar cerca de 900 metros e verá na altura do quilômetro 40 da MG-295, uma fábrica da Delphi Automotive.
6-) Na fábrica, saia da estrada, virando à esquerda, pegando uma rua de paralelepípedo onde você seguirá por aproximadamente 900 metros. No fim da rua existe um cruzamento onde você verá o Hotel Serras de Minas, o restaurante Estância Mineira e um posto de gasolina.
7-) Neste cruzamento vire à direita. Existem várias placas de indicação pelo caminho. Você estará novamente na estrada MG-173, no trecho que liga Paraisópolis a Conceição dos Ouros (MG). Este trecho de estrada está em condições aceitáveis.
8-) Siga por cerca de 900 metros e você verá à esquerda uma entrada de asfalto, com placas indicando a cidade de Consolação. Pegue esta estrada e siga sempre em frente. O final dela vai dar na cidade de Consolação.
9-) Chegando em Consolação, a primeira coisa que você vai ver é uma praça. Contorne a praça até chegar na parte de baixo dela. Você verá uma placa com uma seta para a esquerda indicando a cidade de Cambuí. Siga esta estrada nesta direção. Ela é de terra, e suas condições são razoáveis.
10-) Siga por 15 quilômetros e logo em seguida, você verá uma entrada à esquerda, onde existe algo parecido com um pequeno curral. Outro ponto de referência para saber se está no lugar certo: bem à sua frente você vai ver um tipo de pedreira.
11-) Entre por esta estrada à esquerda e siga-a por cerca de 2,1 quilômetros, mantendo-se sempre no lado direito da mesma.
12-) Este caminho termina em uma estrada de asfalto. Se virar à esquerda e andar cerca de 1,4 quilômetro chegará em Córrego do Bom Jesus, caso contrário, se pegar virar à direita e andar cerca de 2,8 quilômetros, chegará na cidade de Cambuí (MG).
Como fazer para chegar na Cachoeria Três Irmãos:
1-) Siga os passos indicados acima, de 1 até 9.
2-) Siga por 6,4 quilômetros e você verá à sua esquerda uma entrada, com placa indicativa para a cachoeira.
3-) Entre neste acesso e siga por mais 800 metros. No caminho você passará por uma ponte de madeira e logo em seguida por um "mata-burro". Alguns metros adiante estará o estacionamento da cachoeira.
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
domingo, 25 de julho de 2010
PASSEIO DE MOTO ATÉ A SERRA DA MANTIQUEIRA (25 JUL 2010)

Sábado à noite meus amigos Raul e Paula me convidaram para fazer um passeio de moto no domingo de manhã até o Rancho Aventura, que fica na cidade de Gonçalves (MG).
Saímos de São José dos Campos (SP) por volta das 09:00 horas e chegamos lá no Rancho Aventura por volta das 11:00 horas. No caminho paramos em uma daquelas barracas que tem na estrada que vai de Santo Antonio do Pinhal (SP) até Sapucaí Mirim (MG) para comermos alguma coisa.
No Rancho Aventura fomos recebidos por uma pessoa que nos mostrou o que eles oferecem por lá: passeios com duração de 1, 2 e 3 horas em quadriciclo, "bóiacross", "acqua ride", "trilha aérea", tirolesa, tiro ao alvo com pistola/carabina de ar comprimido, arco e flecha ou besta, paintball e cama elástica.
O local é muito bem organizado e cuidado. Os preços estão compatíveis com as atividades.
Ficamos lá durante algum tempo conhecendo o lugar, e combinamos em voltar outro dia com mais tempo para aproveitarmos as atividades que eles têm.
Em seguida fomos para São Bento do Sapucaí (SP), para almoçar no restaurante que fica localizado no "pé" da Pedra do Baú. Infelizmente estava muito lotado e acabamos almoçando no restaurante ROÇA, que fica no centro da cidade. A comida é boa e seu preço, obedece a média dos outros restaurantes da região.
Terminado o almoço, retornamos para São José dos Campos.
Saímos de São José dos Campos (SP) por volta das 09:00 horas e chegamos lá no Rancho Aventura por volta das 11:00 horas. No caminho paramos em uma daquelas barracas que tem na estrada que vai de Santo Antonio do Pinhal (SP) até Sapucaí Mirim (MG) para comermos alguma coisa.
No Rancho Aventura fomos recebidos por uma pessoa que nos mostrou o que eles oferecem por lá: passeios com duração de 1, 2 e 3 horas em quadriciclo, "bóiacross", "acqua ride", "trilha aérea", tirolesa, tiro ao alvo com pistola/carabina de ar comprimido, arco e flecha ou besta, paintball e cama elástica.
O local é muito bem organizado e cuidado. Os preços estão compatíveis com as atividades.
Ficamos lá durante algum tempo conhecendo o lugar, e combinamos em voltar outro dia com mais tempo para aproveitarmos as atividades que eles têm.
Em seguida fomos para São Bento do Sapucaí (SP), para almoçar no restaurante que fica localizado no "pé" da Pedra do Baú. Infelizmente estava muito lotado e acabamos almoçando no restaurante ROÇA, que fica no centro da cidade. A comida é boa e seu preço, obedece a média dos outros restaurantes da região.
Terminado o almoço, retornamos para São José dos Campos.
( Texto e foto : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
sábado, 3 de julho de 2010
PASSEIO DE MOTO A PIRANGUINHO / MG (03 JUL 2010)





Terminado meu passeio em Brazópolis (MG), ia retornar para São José dos Campos (SP), mas vi na estrada uma placa indicando outra cidade próxima, Piranguinho (MG) a 16 quilômetros de distância. Como era perto, resolvi dar uma passada lá. A viagem demorou cerca de 20 minutos.
A história de Piranguinho começa no final do século XIX, cujas terras da região, na época, pertenciam à Dona Leocádia de Lourenço. A Rede Mineira de Viação, decidiu construir uma estrada de ferro que ligava Itajubá a Santa Rita do Saucaí e dos barracões construídos em volta da estrada de ferro, começou a surgir um povoado. Em 1911, o arraial transformou-se em distrito subordinado à Vila Braz (Brazópolis) e em 1962 transformou-se em município.
A palavra Piranguinho significa "peixe pequeno" em tupi-guarani. A cidade é conhecida como a capital nacional do "pé-de-moleque". No mês de Junho junto com a festa junina tem a festa do "pé-de-moleque".
A cidade tem pouco mais de 7 mil habitantes e sua principal fonte de renda vem da agropecuária.
Chegando na cidade notei uma quantidade razoável de barracas de "pé-de-moleque". Os nomes das barracas são associados com cores: barraca vermelha de "pé-de-moleque", barraca amarela, e por aí vão as cores do arco-íris inteiro. Cada uma diz que vende o verdadeiro e original "pé-de-moleque". De quem devo comprar?
Enfim, o centro da cidade é bem pequeno. Fui até a Igreja Matriz de Santa Isabel (construção de 1945), na principal praça da cidade. Tive a impressão de que ainda estava tendo festa na cidade, pois a praça estava toda enfeitada com bandeirinhas e tudo mais. Entrei na igreja para conhecê-la, e embora seja bem simples, o interior é de muito bom gosto.
Andei um pouco pela cidade, mas não vi muita coisa de interessante, embora seja legal e bem sossegada. As principais atrações são a Igreja Matriz e seu entorno, uma ponte ferroviária construída no fim do século XIX, a estação de trem que é centenária, e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo (construída em 1875), também conhecida como "Capela do Capote".
Já estava na hora de voltar para São José dos Campos (SP). No caminho, parei na Toca do Mineiro, em Sapucaí-Mirim (MG) para comer um dos deliciosos sanduíches que eles servem lá. Pilotando à noite na estrada escura, as estrelas no céu completamente limpo, faziam um espetáculo à parte. Simplesmente magnífico!
A história de Piranguinho começa no final do século XIX, cujas terras da região, na época, pertenciam à Dona Leocádia de Lourenço. A Rede Mineira de Viação, decidiu construir uma estrada de ferro que ligava Itajubá a Santa Rita do Saucaí e dos barracões construídos em volta da estrada de ferro, começou a surgir um povoado. Em 1911, o arraial transformou-se em distrito subordinado à Vila Braz (Brazópolis) e em 1962 transformou-se em município.
A palavra Piranguinho significa "peixe pequeno" em tupi-guarani. A cidade é conhecida como a capital nacional do "pé-de-moleque". No mês de Junho junto com a festa junina tem a festa do "pé-de-moleque".
A cidade tem pouco mais de 7 mil habitantes e sua principal fonte de renda vem da agropecuária.
Chegando na cidade notei uma quantidade razoável de barracas de "pé-de-moleque". Os nomes das barracas são associados com cores: barraca vermelha de "pé-de-moleque", barraca amarela, e por aí vão as cores do arco-íris inteiro. Cada uma diz que vende o verdadeiro e original "pé-de-moleque". De quem devo comprar?
Enfim, o centro da cidade é bem pequeno. Fui até a Igreja Matriz de Santa Isabel (construção de 1945), na principal praça da cidade. Tive a impressão de que ainda estava tendo festa na cidade, pois a praça estava toda enfeitada com bandeirinhas e tudo mais. Entrei na igreja para conhecê-la, e embora seja bem simples, o interior é de muito bom gosto.
Andei um pouco pela cidade, mas não vi muita coisa de interessante, embora seja legal e bem sossegada. As principais atrações são a Igreja Matriz e seu entorno, uma ponte ferroviária construída no fim do século XIX, a estação de trem que é centenária, e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo (construída em 1875), também conhecida como "Capela do Capote".
Já estava na hora de voltar para São José dos Campos (SP). No caminho, parei na Toca do Mineiro, em Sapucaí-Mirim (MG) para comer um dos deliciosos sanduíches que eles servem lá. Pilotando à noite na estrada escura, as estrelas no céu completamente limpo, faziam um espetáculo à parte. Simplesmente magnífico!
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
PASSEIO DE MOTO A BRAZÓPOLIS / MG (03 JUL 2010)





Saí depois do almoço para dar uma volta de moto.
Estava frio e eu estava quase voltando para casa, mas não sei por quê, resolvi continuar.
Em meus passeios pelo Sul de Minas Gerais, estou indo cada vez mais longe e os passeios, obviamente, estão sendo mais demorados e cansativos.
Hoje resolvi conhecer Brazópolis (MG).
Em 1803, começou a se formar na região, um núcleo de habitantes chamado Bom Sucesso. Em 1812 começa a ser construída a Capela da Laje e em 1838 é construída a Capela de Sant'Ana. Algum tempo depois torna-se a freguesia de São Caetano da Vargem Grande. Em 1901 torna-se município chamado de Vila de São Caetano da Vargem Grande e em 1909, passa a se chamar Vila Braz, em homenagem a um famoso cidadão local chamado Francisco Braz Pereira Gomes. Um de seus descendentes foi Wenceslau Braz, presidente da república de 1914 a 1918. Em 1923, torna-se a cidade de Brazópolis.
Atualmente, Brazópolis tem cerca de 15 mil habitantes. A agropecuária é a principal atividade econômica.
Cidade típica do interior, Brazópolis é bem tranqüila, pacata. Se você está querendo fugir do "stress" do dia-a-dia, Brazópolis é um bom local para se passar alguns dias.
Cheguei na cidade por volta de 14:30 horas e apesar do sol estar forte, fazia um pouco de frio. Fui direto para a praça onde fica a Igreja Matriz de São Caetano (construção inicial em 1847 e reforma em 1928). Entrei, fiquei alguns instantes por lá, tirei algumas fotos (a igreja tem lindos vitrais) e depois fui dar umas voltas pela cidade para ver o que tinha. Dei uma passada em outra igreja, Nossa Senhora de Aparecida, mas estava fechada. Tive a oportunidade de conhecer um morador local que contou alguns fatos interessantes da história da cidade.
Na minha percepção, os pontos turísticos de maior interesse em Brazópolis são a Igreja Matriz de São Caetano, a Academia Brazopolense de Letras e História (chamado de "Castelinho", que é também um museu), a Pedra da Cruz para os que gostam de escalada e o Pico dos Dias, com pouco mais de 1800 metros de altura, onde encontra-se um observatório do laboratório nacional de astrofísica. Tem um local onde o pessoal salta de asa delta mas eu não cheguei a ir até lá. Fica para uma próxima vez. A paisagem da região é magnífica.
Não posso deixar de destacar algo que achei no mínimo engraçado, o nome de uma sorveteria, UAICE CREAM com o "slogan" É DE MINAS UAI. Inteligente e criativo.
A distância entre São José dos Campos e Brazópolis é de cerca de 119 quilômetros, e a viagem demora aproximadamente 2 horas e 10 minutos, dependendo de como estiver o trânsito na estrada.
Como fazer para chegar em Brazópolis:
1-) Saindo de São José dos Campos, pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Nas proximidades do KM 148, um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295. A próxima cidade é Brazópolis.
As condições das estradas MG-173 e MG-295 estão bem razoáveis.
Estava frio e eu estava quase voltando para casa, mas não sei por quê, resolvi continuar.
Em meus passeios pelo Sul de Minas Gerais, estou indo cada vez mais longe e os passeios, obviamente, estão sendo mais demorados e cansativos.
Hoje resolvi conhecer Brazópolis (MG).
Em 1803, começou a se formar na região, um núcleo de habitantes chamado Bom Sucesso. Em 1812 começa a ser construída a Capela da Laje e em 1838 é construída a Capela de Sant'Ana. Algum tempo depois torna-se a freguesia de São Caetano da Vargem Grande. Em 1901 torna-se município chamado de Vila de São Caetano da Vargem Grande e em 1909, passa a se chamar Vila Braz, em homenagem a um famoso cidadão local chamado Francisco Braz Pereira Gomes. Um de seus descendentes foi Wenceslau Braz, presidente da república de 1914 a 1918. Em 1923, torna-se a cidade de Brazópolis.
Atualmente, Brazópolis tem cerca de 15 mil habitantes. A agropecuária é a principal atividade econômica.
Cidade típica do interior, Brazópolis é bem tranqüila, pacata. Se você está querendo fugir do "stress" do dia-a-dia, Brazópolis é um bom local para se passar alguns dias.
Cheguei na cidade por volta de 14:30 horas e apesar do sol estar forte, fazia um pouco de frio. Fui direto para a praça onde fica a Igreja Matriz de São Caetano (construção inicial em 1847 e reforma em 1928). Entrei, fiquei alguns instantes por lá, tirei algumas fotos (a igreja tem lindos vitrais) e depois fui dar umas voltas pela cidade para ver o que tinha. Dei uma passada em outra igreja, Nossa Senhora de Aparecida, mas estava fechada. Tive a oportunidade de conhecer um morador local que contou alguns fatos interessantes da história da cidade.
Na minha percepção, os pontos turísticos de maior interesse em Brazópolis são a Igreja Matriz de São Caetano, a Academia Brazopolense de Letras e História (chamado de "Castelinho", que é também um museu), a Pedra da Cruz para os que gostam de escalada e o Pico dos Dias, com pouco mais de 1800 metros de altura, onde encontra-se um observatório do laboratório nacional de astrofísica. Tem um local onde o pessoal salta de asa delta mas eu não cheguei a ir até lá. Fica para uma próxima vez. A paisagem da região é magnífica.
Não posso deixar de destacar algo que achei no mínimo engraçado, o nome de uma sorveteria, UAICE CREAM com o "slogan" É DE MINAS UAI. Inteligente e criativo.
A distância entre São José dos Campos e Brazópolis é de cerca de 119 quilômetros, e a viagem demora aproximadamente 2 horas e 10 minutos, dependendo de como estiver o trânsito na estrada.
Como fazer para chegar em Brazópolis:
1-) Saindo de São José dos Campos, pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Nas proximidades do KM 148, um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295. A próxima cidade é Brazópolis.
As condições das estradas MG-173 e MG-295 estão bem razoáveis.
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
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domingo, 6 de junho de 2010
PASSEIO DE MOTO A CONSOLAÇÃO / MG (06 JUN 2010)




Retornando de minha viagem a Conceição dos Ouros (MG) pela estrada MG-173, notei à minha direita uma placa indicando a entrada para uma estrada que vai dar na cidade de Consolação (MG).
Como eram apenas 20 quilômetros de distância, resolvi ir até lá para dar uma olhada na cidade.
A cidade de Consolação começou a ser formada em 1750, com doações de terras de um fazendeiro da região. Com o passar dos anos, outros proprietários também doaram parte de suas terras. Começou com a construção de uma capela. Em 1832, fiéis da região pediram a elevação da capela para Curato de Nossa Senhora da Consolação de Capivari. Em 1962, tornou-se cidade.
Consolação tem uma população de cerca de 1700 pessoas. Sua principal atividade econômica é a agropecuária.
Pela quantidade habitantes, não preciso fazer muitos comentários sobre o tamanho da cidade. Acho legal chegar em cidades assim e ver várias pessoas sentadas na praça conversando, sem maiores preocupações. Na praça que fica logo na entrada da cidade, tem um coreto e é possível ver, vez ou outra, um cavalo amarrado nas árvores, perto dos carros. Com certeza um ambiente gostoso de interior.
Como fiquei muito pouco tempo lá, os principais atrativos que pude identificar são cachoeiras, casarões antigos, trilhas em serras e festas que ocorrem durante o ano em homenagem a diversos santos.
A cidade faz parte do "Caminho da Fé", que vai de Aparecida (SP) a Tambaú (SP), passando pelo sul de Minas Gerais.
A estrada que leva a Consolação está em condições razoáveis, contudo, é muito freqüente encontrar cachorros e bezerros parados no meio da pista. Fique atento a este detalhe. A paisagem que cerca a estrada é muito bonita, e vez por outra, aparecem construções de tijolos que parecem ser bem antigas. Só pela paisagem já vale o passeio.
Terminado minha curta viagem a Consolação, peguei de volta a estrada MG-173, rumo a São José dos Campos (SP).
Como eram apenas 20 quilômetros de distância, resolvi ir até lá para dar uma olhada na cidade.
A cidade de Consolação começou a ser formada em 1750, com doações de terras de um fazendeiro da região. Com o passar dos anos, outros proprietários também doaram parte de suas terras. Começou com a construção de uma capela. Em 1832, fiéis da região pediram a elevação da capela para Curato de Nossa Senhora da Consolação de Capivari. Em 1962, tornou-se cidade.
Consolação tem uma população de cerca de 1700 pessoas. Sua principal atividade econômica é a agropecuária.
Pela quantidade habitantes, não preciso fazer muitos comentários sobre o tamanho da cidade. Acho legal chegar em cidades assim e ver várias pessoas sentadas na praça conversando, sem maiores preocupações. Na praça que fica logo na entrada da cidade, tem um coreto e é possível ver, vez ou outra, um cavalo amarrado nas árvores, perto dos carros. Com certeza um ambiente gostoso de interior.
Como fiquei muito pouco tempo lá, os principais atrativos que pude identificar são cachoeiras, casarões antigos, trilhas em serras e festas que ocorrem durante o ano em homenagem a diversos santos.
A cidade faz parte do "Caminho da Fé", que vai de Aparecida (SP) a Tambaú (SP), passando pelo sul de Minas Gerais.
A estrada que leva a Consolação está em condições razoáveis, contudo, é muito freqüente encontrar cachorros e bezerros parados no meio da pista. Fique atento a este detalhe. A paisagem que cerca a estrada é muito bonita, e vez por outra, aparecem construções de tijolos que parecem ser bem antigas. Só pela paisagem já vale o passeio.
Terminado minha curta viagem a Consolação, peguei de volta a estrada MG-173, rumo a São José dos Campos (SP).
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
Marcadores:
Aparecida,
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Caminho da Fé,
Consolação,
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PASSEIO DE MOTO A CONCEIÇÃO DOS OUROS / MG (06 JUN 2010)





Fim de semana prolongado, começando com feriado na quinta-feira. Embora estivesse ocupado com estudo e coisas de trabalho, resolvi tirar uma folga de algumas horas e fazer um passeio de moto até Conceição dos Ouros (MG).
Conceição dos Ouros foi fundada em 1854, nas proximidades de um ribeirão chamado Ribeirão dos Ouros, ribeirão onde haviam encontrado no passado, uma quantidade razoável de ouro de aluvião.
Desde o século XIX, várias fazendas foram se instalando na região, nem tanto por causa do ouro, mas em função da produção de café, algodão e fumo.
Durante escavações feitas na região, foram encontrados vários objetos indígenas que datam do século XIV. Acredita-se que naquela época, a região era habitada por índios Cataguás.
Meu passeio pela cidade foi bem rápido. Gostaria de ter passado no museu para ver o que tinha de bom por lá, mas não foi possível. Fica para outro dia.
A cidade é bem pequena, tem uma população de cerca de 11000 habitantes.
A avenida principal tem várias palmeiras enfileiradas, o que dá um aspecto interessante. A igreja matriz, Nossa Senhora da Conceição fica em frente à principal praça da cidade.
Conceição dos Ouros é a maior produtora mundial de polvilho. No mês de agosto a cidade promove a Festa do Polvilho, que é bem concorrida. A cidade oferece ainda algumas cachoeiras, trilhas para "trekking" e sítios arqueológicos.
Como fazer para chegar em Conceição dos Ouros:
1-) Saindo de São José dos Campos, pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295.
5-) Em Paraisópolis, na altura do quilômetro 40 da MG-295, existe uma fábrica da Delphi Automotive. Na fábrica, saia da estrada, virando à esquerda, pegando uma rua de paralelepípedo. No fim da rua, vire à direita. Existem várias placas de indicação pelo caminho. Você estará novamente na estrada MG-173, no trecho que liga Paraisópolis a Conceição dos Ouros (Este trecho de estrada está em condições razoáveis).
A distância entre São José dos Campos e Conceição dos Ouros é de aproximadamente 120 quilômetros e o tempo da viagem, dependendo do movimento da estrada, é de 1 hora e 50 minutos.
Na minha viagem de volta para São José dos Campos, passaria ainda pela cidade de Consolação (os detalhes do passeio estão na próxima postagem deste blog) e faria uma parada na Casa de Queijos Água Soca, localizada na estrada SP-50, já em São José dos Campos, onde existe algo incomum aqui na nossa região: um avestruz de tamanho razoável, solto em uma grande área cercada. O avestruz é bem amistoso e basta você chegar na cerca, que ele vem para perto de você.
Conceição dos Ouros foi fundada em 1854, nas proximidades de um ribeirão chamado Ribeirão dos Ouros, ribeirão onde haviam encontrado no passado, uma quantidade razoável de ouro de aluvião.
Desde o século XIX, várias fazendas foram se instalando na região, nem tanto por causa do ouro, mas em função da produção de café, algodão e fumo.
Durante escavações feitas na região, foram encontrados vários objetos indígenas que datam do século XIV. Acredita-se que naquela época, a região era habitada por índios Cataguás.
Meu passeio pela cidade foi bem rápido. Gostaria de ter passado no museu para ver o que tinha de bom por lá, mas não foi possível. Fica para outro dia.
A cidade é bem pequena, tem uma população de cerca de 11000 habitantes.
A avenida principal tem várias palmeiras enfileiradas, o que dá um aspecto interessante. A igreja matriz, Nossa Senhora da Conceição fica em frente à principal praça da cidade.
Conceição dos Ouros é a maior produtora mundial de polvilho. No mês de agosto a cidade promove a Festa do Polvilho, que é bem concorrida. A cidade oferece ainda algumas cachoeiras, trilhas para "trekking" e sítios arqueológicos.
Como fazer para chegar em Conceição dos Ouros:
1-) Saindo de São José dos Campos, pegar estrada SP-50 que vai até Monteiro Lobato (SP).
2-) Chegando em Monteiro Lobato, pegar a estrada que vai em direção a Santo Antonio do Pinhal (SP).
3-) Um pouco antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal, existe uma rotatória. Pegue a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí-Mirim (MG), São Bento do Sapucaí (SP). Na divisa de estado, esta estrada passa a ser a MG-173 (a estrada MG-173, até chegar em Paraisópolis, está em excelentes condições).
4-) Siga pela MG-173 até a cidade de Paraisópolis (MG), onde em sua entrada existe uma rotatória. Siga em frente, sem entrar na cidade. A partir desta rotatória, a estrada passa a se chamar MG-295.
5-) Em Paraisópolis, na altura do quilômetro 40 da MG-295, existe uma fábrica da Delphi Automotive. Na fábrica, saia da estrada, virando à esquerda, pegando uma rua de paralelepípedo. No fim da rua, vire à direita. Existem várias placas de indicação pelo caminho. Você estará novamente na estrada MG-173, no trecho que liga Paraisópolis a Conceição dos Ouros (Este trecho de estrada está em condições razoáveis).
A distância entre São José dos Campos e Conceição dos Ouros é de aproximadamente 120 quilômetros e o tempo da viagem, dependendo do movimento da estrada, é de 1 hora e 50 minutos.
Na minha viagem de volta para São José dos Campos, passaria ainda pela cidade de Consolação (os detalhes do passeio estão na próxima postagem deste blog) e faria uma parada na Casa de Queijos Água Soca, localizada na estrada SP-50, já em São José dos Campos, onde existe algo incomum aqui na nossa região: um avestruz de tamanho razoável, solto em uma grande área cercada. O avestruz é bem amistoso e basta você chegar na cerca, que ele vem para perto de você.
( Fotos e texto : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
PASSEIO DE MOTO A MONTE VERDE / MG (15 NOV 2009)





Há alguns meses atrás, fiz um passeio de moto até São Francisco Xavier, um distrito da cidade de São José dos Campos (SP), na região da Serra da Mantiqueira, procurando por estradas de terra para passear. Encontrei uma estrada que ia na direção de Joanópolis (SP), mas não segui viagem, pois estava sem gasolina suficiente.
Na semana passada me lembrei novamente daquela ocasião e resolvi olhar no mapa para ver como chegar lá. No meio das minhas buscas, descobri que pela mesma estrada, poderia chegar até Monte Verde (MG).
Assim, comecei de manhã cedo a minha viagem em direção a São Francisco Xavier. Saindo de São José dos Campos (SP) pela estrada SP-50, segui em direção a Monteiro Lobato (SP) e de lá peguei a estrada Vereador Pedro David (SJC-150) para São Francisco Xavier. O dia não estava muito bom, mas decidi ir assim mesmo. A distância entre São José dos Campos e São Francisco Xavier, por este caminho, é de 55 quilômetros.
Chegando em São Francisco Xavier, parei no escritório de turismo para pegar algumas dicas e um mapa da região. O mapa dava a "dica" para pegar a Estrada Ezequiel Alves Graciano (SJC-214), que vai em direção a Joanópolis. Assim que você sai do centro de São Francisco Xavier, a estrada é pura terra. Antes de chegar a Joanópolis existem placas de indicação mostrando onde você deve entrar para chegar a Monte Verde. De São Francisco Xavier até Monte Verde são 53 quilômetros de distância. Você só voltará a ter estrada de asfalto, um pouco antes de chegar ao portal de entrada de Monte Verde, mas o asfalto tem tantos buracos, que a estrada de terra estava melhor.
A distância total entre São José dos Campos e Monte Verde, por este caminho, é de 108 quilômetros e o tempo de viagem beira 3 horas. A estrada de terra está em boas condições, mas tem alguns trechos em descida com muito pedregulho. Se não tomar cuidado você acaba caindo.
A história de Monte Verde começa com o Sr Grinberg, que em 1938, adquiriu terras na então região dos Campos do Jaguari, no município de Camanducaia (MG), para formação de uma fazenda. Com o passar dos anos, ele começou a ceder terras para que amigos construíssem suas casas em sua fazenda e assim se formou Monte Verde. Apenas uma curiosidade: o nome Grinberg, traduzido para o português significa MONTE VERDE.
Atualmente, Monte Verde é um distrito da cidade de Camamducaia (MG) e está a cerca de 1550 metros de altitude. Considerada a Suíça do Estado de Minas Gerais, seu recorde de temperatura negativa é -14 graus Celsius. É um lugar pequeno, mas muito legal.
A paisagem (e também o preço das coisas) de Monte Verde me lembrou muito Campos do Jordão (SP).
Monte Verde oferece várias opções para os turistas. Você pode alugar jipes, motos, quadriciclos e bicicletas para fazer passeios pelo local. Pode ainda fazer um vôo panorâmico pela região, fazer caminhadas por diversas trilhas nas montanhas e até patinar no gelo, em uma pista coberta.
A cidade oferece muitas opções para você comer, especialmente comidas típicas alemã, italiana e mineira. Não deixe de parar no restaurante Beija-Flor e pedir uma porção de pastéis de bacalhau e queijo. É simplesmente incrível.
Depois de almoçar, comprei algumas lembranças para levar para casa, dei umas voltas para conhecer a cidade, tirar fotos e peguei o caminho de volta. Na região de Joanópolis, começou o maior temporal. Parei para vestir minha roupa de chuva e segui viagem. Continuou a chover forte até a saída de Monteiro Lobato, depois a chuva parou.
O que mais me surpreendeu nesta viagem, foi a sinalização da estrada de terra. Existem placas de indicação (mesmo rústicas) por todo o caminho. Você não consegue se perder, mesmo que queira. Um detalhe importante: não é aconselhável levar pessoas na garupa nesta viagem.
( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:
sábado, 31 de outubro de 2009
PASSEIO DE MOTO A GONÇALVES / MG (31 OUT 2009)





Findo meu passeio até Paraisópolis (MG) comecei minha viagem de retorno para São José dos Campos (SP). No caminho, vi uma entrada à direita para uma cidade chamada Gonçalves (MG) e que ficava somente a 13 quilômetros de distância de onde eu estava.
Resolvi entrar pela estrada para ver o que tinha por lá, e valeu a pena.
Localizado a cerca de 1350 metros de altitude, o município de Gonçalves está no topo da Serra da Mantiqueira.
A história da cidade começa por volta de 1878, com a doação de terras para a construção de uma capela, que depois acabou sendo mudada de local. Em 1909, o Capitão Antonio Carlos elevou Gonçalves a Distrito de Paz, trazendo ainda a agência dos Correios e o cartório de Registro Civil. Lavrou também em ata a fundação da Lira Nossa Senhora das Dores, existente até os dias de hoje. Em dezembro de 1962 tornou-se município.
Com pouco mais de 4000 habitantes, a cidade é minúscula, mas a paisagem do local é magnífica! No inverno, me disseram que a temperatura chega a -7 graus celsius.
Na parte turística, você pode fazer caminhadas ecológicas pelos picos e cachoeiras, além de tirar lindas fotos.
No centro da cidade existem alguns bons restaurantes, é claro, com comida típica da região.
Não deixe de dar uma passada nos bares: Café com Verso, Bar do Marcelo, Café Patchwork da Meméia. Três ambientes que na minha percepção, são bem diferentes, mas são muito legais.
Como já estava terminando o dia, resolvi encerrar em definitivo os passeios. O retorno a São José dos Campos foi bem tranqüilo.
Para amanhã (01/11/2009), estou pretendendo fazer um passeio até Guararema (SP). Será que o tempo vai continuar bom?
( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )
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