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sábado, 19 de março de 2016

PASSEIO DE MOTO A GUARAREMA / SP (19 MAR 2016)

Hoje tinha um assunto para resolver em Jacareí (SP), e aproveitei a oportunidade para conhecer a Rodovia Henrique Eroles, que liga o trecho Jacareí - Guararema (SP).

Na verdade, se você seguir pela rodovia depois de Guararema, você vai acabar chegando em Itaquaquecetuba (SP).

O trecho entre Jacareí e Guararema tem cerca de 20 quilômetros. Neste passeio que fiz, a estrada estava em um estado de conservação bem aceitável e é uma boa opção para se chegar a Guararema, caso queira evitar as principais estradas.

Chegando em Guararema fui até o Recanto Pau D'Alho.



Fiquei por ali algum tempo tirando algumas fotos e me dirigi até a Estação Ferroviária da cidade que foi reativada. Existe um trem antigo que leva os turistas para passear.


Tirei algumas fotos do local e fui até a Igreja Nossa Senhora D'Ajuda.



Aproveitei para descansar um pouco, tirar mais fotos e retornei a São José dos Campos.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

sábado, 6 de junho de 2015

PASSEIO DE MOTO ATÉ A ESTRADA DO SOL EM SALESÓPOLIS / SP (06 JUN 2015)

Fazia vários anos que estava ensaiando um passeio de moto pela Estrada do Sol, também conhecida como Estrada da Petrobras, em Salesópolis (SP).

A Estrada do Sol é uma estrada de terra que passa por dentro da Mata Atlântica, no Parque Estadual da Serra do Mar, ligando Salesópolis a Caraguatatuba (SP).


Se este não fosse um fim de semana prolongado por causa do feriado, onde muitas pessoas normalmente vão para a praia, eu até iria ao fim da estrada em Caraguatatuba, mas optei por evitar o excesso de turistas e fui somente até o mirante, que fica aproximadamente na metade da estrada, e voltei.

Saí de São José dos Campos (SP) e fui até Jacareí pela Estrada Velha Rio-SP. De Jacareí fui até Santa Branca, e de lá fui a Salesópolis. Este trecho de cerca de 55 quilômetros levou cerca de 60 minutos para ser percorrido.

Em Salesópolis abasteci novamente a moto apenas por segurança, peguei a Estrada do Sol, que logo em sua entrada mostrava uma grande faixa, indicando que a mesma estava interrompida na altura do quilômetro 25. Seguiria até onde fosse possível.


Nos preparativos para a viagem nos dias que a antecederam, consegui duas planilhas diferentes, uma feita no ano 2000 e outra do ano de 2004, indicando o caminho para fazer a viagem. Levei as duas comigo.

Logo na primeira bifurcação da estrada o problema surgiu: uma planilha orientava pegar a entrada à direita, enquanto a outra orientava a pegar a entrada à esquerda.

Optei pelas instruções da planilha mais antiga e segui viagem. Dei sorte, pois todos os pontos de referência que indicavam a planilha estavam lá, com precisão de menos de 10 metros de diferença.


Na altura do quilômetro 20, as condições da estrada começaram a piorar e no quilômetro 25, realmente havia grandes buracos causados por erosão e deslizamento de terra, que impossibilitariam um caminhão ou outro veículo grande de passar por ali, como indicava a faixa no início da estrada. Contudo, acredito que motos passariam por ali.

Cheguei até o mirante, que tem uma linda vista para a Serra do Mar.


Fiquei ali algum tempo, tirei algumas fotos, filmei, depois peguei a moto e passei por algumas estradinhas próximas para ver se levavam a algum lugar interessante e já comecei minha viagem de volta.

Outro dia farei o percurso completo até Caraguatatuba, que eu sei que tem cachoeiras pelo caminho.

Percorri um pouco menos da metade da estrada em 60 minutos, o que me leva a supor que a estrada inteira pode ser feita em aproximadamente duas horas.

Informações importantes para o motociclista: somente motos do tipo "trail" conseguem enfrentar esta estrada com facilidade. Não leve ninguém na garupa. Dos 31 quilômetros que percorri, a maior parte do tempo tive que pilotar em pé, pois o excesso de buracos, pedras e grandes pedregulhos não permitiam a pilotagem sentado.


Independente do desconforto da viagem, vale a pena encarar a Estrada do Sol.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

domingo, 19 de abril de 2015

COM OS PÉS NA ESTRADA NOVAMENTE - PASSEIO DE MOTO ATÉ A REPRESA DO JAGUARI EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS / SP ( 19 ABR 2015 )



Depois de ficar 5 meses sem poder fazer um passeio de moto sequer, por conta de um problema de saúde, aproveitei o feriado prolongado para fazer uma passeio bem curto, até a Represa do Jaguari em São José dos Campos (SP).

A partir do bairro Telespark, peguei a estrada do Jaguari que vai até Jacareí (SP), mas no meio do caminho virei em uma estrada de terra à direita, que leva a um conjunto de chácaras à beira da represa.


Na década de 1980 eu adquiri uma dessas chácaras, mas o proprietário da área que as vendeu tinha algum tipo de impedimento ou problema, fazendo com que algumas das chácaras fossem compradas de volta pelo vendedor, e por minha escolha, eu devolvi o imóvel, recebendo de volta meu dinheiro.


Hoje fui lá para ver como está o lugar, e embora existam muitas casas construídas, ainda está bem abandonado. Para conseguir manter algum imóvel por ali, somente se você tiver caseiro, senão, provavelmente vai ter problemas com furtos. Ainda acho que tomei uma boa decisão no passado, ao desfazer o negócio que fiz por ali.

Depois de andar por ali algum tempo tirando algumas fotos, retornei para casa.

A região da Represa de Jaguari tem alguns locais bem agradáveis, longe da desagradável "muvuca" que se ajunta próxima das comportas, já na cidade de Jacareí. Basta procurar um pouco que você conseguirá encontrar lugares agradáveis para ficar.

Existem outros lugares bem bacanas para se fazer um passeio de moto em São José dos Campos, que estarei publicando aqui no futuro.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

quinta-feira, 19 de junho de 2014

MINHA MOTOCICLISTA FAVORITA

Hoje faço aqui uma homenagem à minha mãe, Carmen Flora Tavares Negrini, minha motociclista favorita.

Adorava ver minha mãe pilotando sua moto.

Se hoje eu sou um motociclista, é graças a ela.

Jamais esquecerei daquele Verão de 1977, quando eu tinha 12 anos de idade. Viajaríamos de carro a Ubatuba, e achamos melhor deixar a moto na casa de minha avó. Depois de eu insistir muito, minha mãe permitiu que eu levasse sua motocicleta, uma Yamaha RD 75 amarela, da garagem de nosso apartamento até a casa de minha avó, que ficava bem próxima.

Minha paixão pelo motociclismo surgiu de imediato.

Depois disto, minha mãe me levou para passear várias vezes de moto.

Em 1984, com 20 anos de idade, já tinha minha própria moto, uma Yamaha RD-Z 125, e levava minha mãe para passear algumas vezes.

Um dia, depois de pegarmos uma grande tempestade, a moto escorregou na lama e por pouco não caímos. Segurei a moto, apoiando-a pelo escapamento em minha perna direita, o que provocou uma queimadura profunda e uma grande infecção. Quase perdi a perna por conta disto. Depois deste acontecimento, minha mãe nunca mais quis sair de moto.

Há algumas semanas, entre o final de Abril e início de Maio/2014, insisti com minha mãe para fazermos um passeio de moto até a estação de trem Eugenio Lefèvre, em Santo Antonio do Pinhal (SP).

Iríamos até um barzinho que existe lá chamado Bolinho de Bacalhau e Cia, que faz um bolinho de bacalhau magnífico. Em seguida passaríamos pelo Mirante Nossa Senhora Auxiliadora, que fica ao lado. Ela concordou!

Depois, até tentaria convencê-la a ir até o Pico Agudo, que fica na mesma cidade, de onde se pode avistar boa parte do Vale do Paraíba, mas só de conseguir que ela fizesse uma passeio de moto comigo eu já estaria feliz.

Como ela iniciaria um tratamento médico em Maio/2014 que provavelmente a debilitaria durante algum tempo, combinamos que assim que ela estivesse um pouco mais fortalecida, faríamos o passeio.

Infelizmente ela veio a falecer em 20/05/2014, decorrente de complicações em seu estado de saúde.

Embora ela não esteja mais aqui, cumprirei o combinado daqui a algum tempo.

Quero ver se familiares e amigos querem ir até Santo Antonio do Pinhal para comer o bolinho de bacalhau, e em seguida ir até o Mirante de Nossa Senhora Auxiliadora, onde farei uma oração por ela.

Eu irei de moto, é claro! E o lugar na garupa já está reservado para ela, que eu tenho certeza que virá de onde estiver, para fazer o passeio comigo.

Wilson Luiz Negrini de Carvalho

domingo, 30 de março de 2014

PASSEIO DE MOTO A REPRESA DO JAGUARI VIA BAIRRO DO BOSUCESSO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS / SP ( 30 MAR 2014)

Hoje fui até a Represa do Jaguari, ali na região do bairro do Bonsucesso, em São José dos Campos.


Queria fazer um passeio rápido, e também ver como estava a região, pois já fazia um bom tempo que não passava por ali.


A Represa do Jaguari é um lugar onde se pode passar horas bem agradáveis.


A água é bem limpa, e desde que seja com cuidado, é possível nadar tranquilamente.


Para acessar a estrada que leva ao bairro do Bonsucesso, siga este caminho:

1-) Vá até o bairro Alto da Ponte e pegue a Avenida Audemo Veneziani, indo no sentido bairro.

2-) Em uma esquina tem um bar chamado BAR DO TONHÃO e um semáforo no cruzamento com a Rua da Independência. Passe o cruzamento, vire na próxima rua à esquerda e vá até o fim da dela.

3-) No final da rua vire à direita e siga sempre em frente, você já está na estrada que vai para o bairro Bonsucesso e para a represa.


O percurso de ida e volta até o trecho que fui tem 40 quilômetros.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

sábado, 11 de janeiro de 2014

PASSEIO DE MOTO A SANTA BRANCA / SP ( 11 JAN 2014 )

Gosto muito de passear por pequenas cidades do interior, pois elas são tranquilas, e às vezes escondem coisas curiosas e interessantes para se ver.

Hoje fui até Santa Branca (SP), conhecida como a "Cidade Presépio". Normalmente sempre passo por lá, quando estou a caminho de Salesópolis (SP).


Saí de São José dos Campos (SP), bairro Parque Industrial, pela Rodovia Geraldo Scavone (SP-66) em direção a Jacareí (SP). Esta é a antiga estrada Rio - São Paulo.

Chegando em Jacareí, peguei a Rodovia Nilo Máximo (SP-77) até Santa Branca.

O tempo total do percurso de ida foi 45 minutos, respeitando o limite de velocidade das respectivas estradas. A distância total percorrida na ida foi de 33 quilômetros.

Conforme pesquisei na Internet, existem histórias um pouco contraditórias sobre o surgimento de Santa Branca.

Pelo que li, sabe-se que a região de Santa Branca é habitada pelo menos desde a década de 1820. Na época um grande proprietário de terras da região (Domingos Brito de Godoy), fez a doação de uma parte se suas terras, para a construção de uma capela em homenagem a Santa Branca, e ao seu redor, nasceu o povoado que hoje é a cidade de mesmo nome da capela. A data oficial de sua fundação é 22/05/1832.

Segundo as informações que consegui, a antiga capela (construída em 1828) faz parte do prédio da Igreja Matriz de hoje.


Existe uma outra igreja de interesse histórico, construída em taipa de pilão, que é a Igreja do Rosário (construção de 1869), mas infelizmente estava fechada hoje.


Na Praça Ajudante Braga, a principal praça da cidade, existe uma casa bem antiga, chamada de Edifício Ajudante Braga, que hoje abriga a Câmara Municipal de Santa Branca. Ele foi construído pelo próprio Ajudante Braga na época do império.


Hoje, com uma população aproximada de 14 mil habitantes, as principais atividades econômicas de Santa Branca são a agricultura, pecuária, alguma coisa na parte industrial e o turismo rural.

Passei pela Igreja Matriz, tirei algumas fotos de seu interior e depois dei uma passada no prédio antigo que chamam de Mercado Municipal, mas sinceramente, não vi algo parecido com um mercado. O prédio parece que foi reformado recentemente.

Já no caminho de volta, parei próximo à Ponte Metálica (construída em 1902) para fotografa-la.


Ainda como pontos turísticos de interesse histórico, encontrei referência à Fazenda Caetê, Fazenda do Porto, Fazenda do Putim, Fazenda do Serrote e Fazenda Gomeatinga. Contudo, hoje não foi possível localizá-las. Voltarei lá outro dia só para isso.

Lembro ainda que existe a Cachoeira do Putim, na divisa entre Santa Branca e Guararema. Um lugar magnífico, que já tive oportunidade de ir - veja a publicação do passeio à Cachoeira do Putim no link abaixo:
Por fim, existe a orla de uma represa, muito procurada por pessoas que querem passear de barco ou pescar.


Santa Branca é mais uma cidade que faz parte do meu roteiro de cidades tranquilas. Vale a pena conhecê-la.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

sábado, 4 de janeiro de 2014

PASSEIO DE MOTO A JAMBEIRO / SP (01 JAN 2014)

Hoje fiz um passeio rápido até a cidade de Jambeiro (SP).


Saí de São José dos Campos (SP) e peguei a Rodovia dos Tamoios em sentido Caraguatatuba.

Logo após o primeiro "posto de guarda" tem uma curva, e cerca de 300 metros depois tem uma entrada à direita que dá acesso a Jambeiro.

A distância total do percurso de ida é de 33 quilômetros e o tempo da viagem, obedecendo o limite de velocidade de 80 Km/h, é de 30 minutos.


Segundo historiadores, em 1871 começou a se formar o bairro de Nossa Senhora das Dores (a padroeira de Jambeiro). Em 1872 foi elevado à condição de Freguesia de Capivari do município de Caçapava. Em 1876 foi elevada à condição de Vila, e em 1877, a Villa de Nossa Senhora de Capivari de Caçapava passou a se chamar Villa de Jambeiro. Em 1898 é elevada à condição de cidade.


O Ciclo do Café nas duas primeiras décadas do século XX trouxe grande prosperidade para Jambeiro, que na época chegou a ter mais de 10 mil habitantes.


Hoje, com uma população de pouco mais de cinco mil habitantes, a economia de Jambeiro gira essencialmente em torno da agricultura, pecuária, artesanato, além de poucas indústrias que se instalaram por ali.


Já faz alguns anos que tenho visto a tentativa de despertar a vocação da cidade para o turismo, mas apesar dos esforços de algumas pessoas, não tem saído algum resultado muito efetivo. Acredito que a cidade tenha boa vocação para o turismo rural e ecológico.


Em 15 de Setembro é comemorado o dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora das Dores.

Ouvi algumas versões para a origem do nome da cidade. Como nenhuma delas me convenceu, permanece uma incógnita para mim.

No centro da cidade tem a Igreja Matriz que estava fechada na tarde de hoje, alguns casarões antigos, o mercado municipal, e não vi mais nada.

A praça principal estava em obras, cercada de "tapumes".

Próximo ao centro tem a Bica do Tropeiro.


Como pontos de interesse turístico, ouvi falar em fazendas e casarões coloniais, Cachoeira Cascata, Cachoeira do Poço e Casa Rosa Mística, mas hoje não tive tempo de localizar nada disto, exceto alguns casarões antigos no centro da cidade. Voltarei lá outro dia.

Jambeiro é uma cidade tranquila, onde se pode passar algumas horas em paz, sentado em um barzinho em volta da praça, conversando com amigos ou até lendo um bom livro.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

domingo, 22 de setembro de 2013

PASSEIO DE MOTO ATÉ O BAIRRO DA ÁGUA SOCA EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS / SP (22 SET 2013)

Hoje de manhã eu e os amigos Raul e Paula saímos para fazer um passeio rápido de moto.

Inicialmente planejamos ir até o bairro Bonsucesso, na beira da represa, contudo, o trânsito para chegar ao local estava extremamente lento por causa de um grupo de cavaleiros e carroças que estava tomando completamente a estrada.

Decidimos então retornar e ir até a Casa de Queijo Água Soca, localizada no bairro de mesmo nome, em São José dos Campos (SP).


O lugar é simples, calmo e agradável. Da última vez que estivemos lá, encontramos um avestruz dentro de um cercado. Hoje não o vimos.

O queijo feito no local é gostoso, e eles o servem com um tempero diferente e saboroso.

Ficamos lá durante algumas horas "batendo-papo" e depois retornamos para casa.

A Casa de Queijo Água Soca está localizada na estrada SP-50, que vai de São José dos Campos a Monteiro Lobato (SP), ao lado direito da pista, um pouco depois da fazenda Valkilândia.

( Texto e foto : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 15 de setembro de 2013

PASSEIO DE MOTO A CAÇAPAVA / SP (15 SET 2013 )

Hoje cedo, eu e os amigos Raul e Paula saímos para um passeio rápido até Caçapava (SP).


Existe um lugar muito tranqüilo e gostoso na beira da estrada SJC-020 (Estrada da Marambaia), entre São José dos Campos (SP) e Caçapava, que é o Bar do Oscar. Indo no sentido Caçapava, ele fica à direita, depois que passamos a placa que marca a divisa entre as cidades. Não tem como errar, pois existe um pequeno lago ao lado do bar. Você acessa a Estrada da Marambaia a partir do bairro Alto da Ponte, em São José dos Campos. É a mesma estrada que leva ao Clube de Campo Luso Brasileiro.


Trata-se de um lugar simples, ao lado de um pequeno lago, onde você pode passar horas conversando com amigos, ou se estiver sozinho, pode ficar lendo um livro.


Músicas para todos os gostos são tocadas lá. Hoje pudemos ouvir jazz, MPB e outros gêneros.


O Sr Oscar é uma pessoa muito bacana e agradável.

Vi uma churrasqueira por lá, mas não perguntei se poderíamos utilizá-la. É um lugar adequado para fazermos um churrasco com um pequeno grupo de amigos.


Terminado o passeio, voltamos a São José dos Campos, onde fomos almoçar no Restaurante Vila Velha.

( Texto e fotos : WIlson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 31 de março de 2013

PASSEIO DE MOTO A SÃO BENTO DO SAPUCAÍ / SP (31 MAR 2013)

Hoje cedo saí para um passeio até São Bento do Sapucaí (SP).


Queria ver se conseguia pegar a Igreja Matriz aberta, para conhecer seu interior, e também visitar o Bairro do Quilombo.

Iniciei a viagem por volta das 09:45, saindo de São José dos Campos, com o céu nublado e um vento frio, típico do meses de maio ou junho. Segui pela rodovia SP-50, e quando estava próximo de Monteiro Lobato (SP), o céu limpou bastante, e permaneceu assim durante todo o resto da viagem.

Minha primiera parada em São Bento do Sapucaí foi na Igreja Matriz. Ela é simples, mas seu interior é bem bonito. Seus vitrais são interessantes e bem feitos.



Segui até o Bairro do Quilombo, onde me deparei com uma igreja pequena, a Igreja Imaculada Conceição, que é uma igreja pequena e simples. Próximo dali tinha um local chamado Arte do Quilombo, que vende produtos artesanais bem bacanas e para quem gosta de artesanato, vale a pena visitar o local.




Em seguida voltei para o centro da cidade e tirei mais umas fotos, inclusive da Igreja do Rosário.



Como já estava na hora do almoço, resolvi voltar para casa, pois não queria perder o almoço de Páscoa.

Voltarei outro dia a São Bento do Sapucaí para ver se é possível conhecer de perto a Cachoeira do Toldi. Por hora, fico por aqui.


( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 3 de março de 2013

PASSEIO DE MOTO A SÃO LUIZ DO PARAITINGA / SP (03 MAR 2013)

Hoje de manhã fui até São Luiz do Paraitinga (SP).


A última vez que estive lá foi em Janeiro de 2009, quando a cidade ainda não tinha passado pela enchente do rio, que causou o desabamento de muitas construções centenárias, inclusive a igreja matriz da cidade.

Vamos conhecer um pouco sobre a história de São Luiz do Paraitinga...

No final do século XVIII, o Capitão Vieira da Cunha e João Sobrinho de Moraes demonstraram interesse em povoar a região dos "sertões da Paraitinga" e por isso, receberam do Capitão de Taubaté, Felipe Carneiro de Alcaçouva e Souza algumas sesmarias da Vila de Guaratinguetá.

Um tempo depois, pediram ao Governador, capitão-general D. Luís Antonio de Souza Botelho Mourão, autorização para fundar em uma região localizada entre Taubaté e Ubatuba, junto ao Rio Paraitinga, um novo povoado. Em 2 de Maio de 1769 a autorização foi dada.

O novo povoado recebeu o nome de São Luís e Santo Antonio do Paraitinga. A padroeira do povoado seria Nossa Senhora dos Prazeres. Em 8 de maio de 1769 o sargento mor Manoel Antonio de Carvalho foi nomeado fundador e governador do local.

Em 1773 o povoado foi elevado à condição de vila e em 30 de Abril de 1857 tornou-se cidade. Em junho de 1873 passou a se chamar Imperial Cidade de São Luís do Paraitinga.

São Luiz do Paraitinga, em seu início tinha como principal atividade econômica a agricultura e também era conhecida como entreposto de tropeiros.


Até os dias de hoje, São Luiz do Paraitinga mantém suas atividades econômicas centradas na agricultura e na pecuária. Além disso, é considerada uma estância turística do estado de São Paulo. É famosa por suas manifestações folclóricas e principalmente seu Carnaval, que é um dos mais famosos e concorridos da região do Vale do Paraíba. Tem também a conhecida Festa do Divino Espírito Santo. A cidade possui construções centenárias e oferece ainda ao visitante a possibilidade de realizar atividades de lazer, tais como: rafting, rappel, trekking, arborismo e outros.


Saí de São José dos Campos de manhã cedo. Peguei a Rodovia Presidente Dutra em direção a Taubaté (SP). Na entrada principal de Taubaté, peguei um acesso para a Rodovia Oswaldo Cruz, em direção a Ubatuba (SP). O percurso total durou cerca de 70 minutos e a distância total percorrida foi de aproximadamente 82 quilômetros (40 quilômetros de São José dos Campos à Taubaté, e 42 quilômetros de Taubaté a São Luiz do Paraitinga).


A cidade ainda se recupera da enchente ocorrida no passado, e vários prédios estão sendo restaurados, assim como a igreja matriz está sendo reconstruída.


Andei pelas ruas principais do centro histórico para ver como as coisas estavam e tirei algumas fotos.


Estava particularmente interessado na situação da igreja matriz que havia desabado durante a enchente, e pude constatar que o estrago foi enorme. Não sobrou praticamente nada. Felizmente, a igreja está sendo reconstruída. Vi que parte do material da antiga construção está sendo reutilizado.

Retornei para casa no final da manhã.

Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho