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domingo, 13 de janeiro de 2019

PASSEIO DE MOTO ATÉ SÃO FRANCISCO XAVIER / SP (13 JAN 2019)

Hoje cedo fiz um rápido passeio de moto até o Distrito de São Francisco Xavier (São José dos Campos / SP).


O céu estava claro e com poucas nuvens.

Fiz meu trajeto de ida e volta pela Rodovia SP-50 (Estrada Velha de Campos do Jordão).

Por ser época de férias, a cidade estava com muito mais gente do que normalmente se vê por lá.


Estacionei a moto, andei um pouco pelo centro da cidade e visitei uma casa da Fundação Cassiano Ricardo, com uma mostra de fotografias da cidade.

Andei mais um pouco e comecei meu retorno para casa.


A viagem foi bem tranquila e pude fazer uma das coisas que mais gosto, que é apreciar a paisagem local. O visual das montanhas é muito bonito.
  

sábado, 6 de junho de 2015

PASSEIO DE MOTO ATÉ A ESTRADA DO SOL EM SALESÓPOLIS / SP (06 JUN 2015)

Fazia vários anos que estava ensaiando um passeio de moto pela Estrada do Sol, também conhecida como Estrada da Petrobras, em Salesópolis (SP).

A Estrada do Sol é uma estrada de terra que passa por dentro da Mata Atlântica, no Parque Estadual da Serra do Mar, ligando Salesópolis a Caraguatatuba (SP).


Se este não fosse um fim de semana prolongado por causa do feriado, onde muitas pessoas normalmente vão para a praia, eu até iria ao fim da estrada em Caraguatatuba, mas optei por evitar o excesso de turistas e fui somente até o mirante, que fica aproximadamente na metade da estrada, e voltei.

Saí de São José dos Campos (SP) e fui até Jacareí pela Estrada Velha Rio-SP. De Jacareí fui até Santa Branca, e de lá fui a Salesópolis. Este trecho de cerca de 55 quilômetros levou cerca de 60 minutos para ser percorrido.

Em Salesópolis abasteci novamente a moto apenas por segurança, peguei a Estrada do Sol, que logo em sua entrada mostrava uma grande faixa, indicando que a mesma estava interrompida na altura do quilômetro 25. Seguiria até onde fosse possível.


Nos preparativos para a viagem nos dias que a antecederam, consegui duas planilhas diferentes, uma feita no ano 2000 e outra do ano de 2004, indicando o caminho para fazer a viagem. Levei as duas comigo.

Logo na primeira bifurcação da estrada o problema surgiu: uma planilha orientava pegar a entrada à direita, enquanto a outra orientava a pegar a entrada à esquerda.

Optei pelas instruções da planilha mais antiga e segui viagem. Dei sorte, pois todos os pontos de referência que indicavam a planilha estavam lá, com precisão de menos de 10 metros de diferença.


Na altura do quilômetro 20, as condições da estrada começaram a piorar e no quilômetro 25, realmente havia grandes buracos causados por erosão e deslizamento de terra, que impossibilitariam um caminhão ou outro veículo grande de passar por ali, como indicava a faixa no início da estrada. Contudo, acredito que motos passariam por ali.

Cheguei até o mirante, que tem uma linda vista para a Serra do Mar.


Fiquei ali algum tempo, tirei algumas fotos, filmei, depois peguei a moto e passei por algumas estradinhas próximas para ver se levavam a algum lugar interessante e já comecei minha viagem de volta.

Outro dia farei o percurso completo até Caraguatatuba, que eu sei que tem cachoeiras pelo caminho.

Percorri um pouco menos da metade da estrada em 60 minutos, o que me leva a supor que a estrada inteira pode ser feita em aproximadamente duas horas.

Informações importantes para o motociclista: somente motos do tipo "trail" conseguem enfrentar esta estrada com facilidade. Não leve ninguém na garupa. Dos 31 quilômetros que percorri, a maior parte do tempo tive que pilotar em pé, pois o excesso de buracos, pedras e grandes pedregulhos não permitiam a pilotagem sentado.


Independente do desconforto da viagem, vale a pena encarar a Estrada do Sol.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

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domingo, 3 de março de 2013

PASSEIO DE MOTO A SÃO LUIZ DO PARAITINGA / SP (03 MAR 2013)

Hoje de manhã fui até São Luiz do Paraitinga (SP).


A última vez que estive lá foi em Janeiro de 2009, quando a cidade ainda não tinha passado pela enchente do rio, que causou o desabamento de muitas construções centenárias, inclusive a igreja matriz da cidade.

Vamos conhecer um pouco sobre a história de São Luiz do Paraitinga...

No final do século XVIII, o Capitão Vieira da Cunha e João Sobrinho de Moraes demonstraram interesse em povoar a região dos "sertões da Paraitinga" e por isso, receberam do Capitão de Taubaté, Felipe Carneiro de Alcaçouva e Souza algumas sesmarias da Vila de Guaratinguetá.

Um tempo depois, pediram ao Governador, capitão-general D. Luís Antonio de Souza Botelho Mourão, autorização para fundar em uma região localizada entre Taubaté e Ubatuba, junto ao Rio Paraitinga, um novo povoado. Em 2 de Maio de 1769 a autorização foi dada.

O novo povoado recebeu o nome de São Luís e Santo Antonio do Paraitinga. A padroeira do povoado seria Nossa Senhora dos Prazeres. Em 8 de maio de 1769 o sargento mor Manoel Antonio de Carvalho foi nomeado fundador e governador do local.

Em 1773 o povoado foi elevado à condição de vila e em 30 de Abril de 1857 tornou-se cidade. Em junho de 1873 passou a se chamar Imperial Cidade de São Luís do Paraitinga.

São Luiz do Paraitinga, em seu início tinha como principal atividade econômica a agricultura e também era conhecida como entreposto de tropeiros.


Até os dias de hoje, São Luiz do Paraitinga mantém suas atividades econômicas centradas na agricultura e na pecuária. Além disso, é considerada uma estância turística do estado de São Paulo. É famosa por suas manifestações folclóricas e principalmente seu Carnaval, que é um dos mais famosos e concorridos da região do Vale do Paraíba. Tem também a conhecida Festa do Divino Espírito Santo. A cidade possui construções centenárias e oferece ainda ao visitante a possibilidade de realizar atividades de lazer, tais como: rafting, rappel, trekking, arborismo e outros.


Saí de São José dos Campos de manhã cedo. Peguei a Rodovia Presidente Dutra em direção a Taubaté (SP). Na entrada principal de Taubaté, peguei um acesso para a Rodovia Oswaldo Cruz, em direção a Ubatuba (SP). O percurso total durou cerca de 70 minutos e a distância total percorrida foi de aproximadamente 82 quilômetros (40 quilômetros de São José dos Campos à Taubaté, e 42 quilômetros de Taubaté a São Luiz do Paraitinga).


A cidade ainda se recupera da enchente ocorrida no passado, e vários prédios estão sendo restaurados, assim como a igreja matriz está sendo reconstruída.


Andei pelas ruas principais do centro histórico para ver como as coisas estavam e tirei algumas fotos.


Estava particularmente interessado na situação da igreja matriz que havia desabado durante a enchente, e pude constatar que o estrago foi enorme. Não sobrou praticamente nada. Felizmente, a igreja está sendo reconstruída. Vi que parte do material da antiga construção está sendo reutilizado.

Retornei para casa no final da manhã.

Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho

domingo, 20 de janeiro de 2013

PASSEIO DE MOTO A SÃO FRANCISCO XAVIER / SP (20 JAN 2013)

Hoje de manhã saí para dar uma volta de moto até São Francisco Xavier (SP).

( Clique na foto acima para vê-la em seu tamanho original)

Nos últimos 40 dias, as chuvas constantes tem dificultado bastante os passeios aos finais de semana.

Saí de São José dos Campos (SP) e segui pela Rodovia Monteiro Lobato (SP-50) até a cidade de Monteiro Lobato.

De lá, peguei a estrada que leva até São Francisco Xavier (SP). A distância de São José dos Campos até o distrito de São Francisco Xavier é de cerca de 55 quilômetros.


O tempo de viagem não foi possível cronometrar, pois havia trânsito lento em  alguns trechos da rodovia, e também porque parei pelo caminho para filmar e fotografar.

O que mais gosto em São Francisco Xavier é a calma do lugar, se bem que aos domingos, esta calma é quebrada pelos turistas. Existem umas lojinhas de artesanato bem interessantes, e o que mais atrai são os restaurantes que oferecem comida caseira. Excelente!

Encostei a moto e fiquei andando a pé durante algum tempo e depois voltei para casa.

Uma das coisas que gosto de fazer de vez em quando, é pegar a moto, colocar um livro na bolsa, ir para uma destas cidades tranqüilas, sentar em um destes restaurantes ou bares, e passar a tarde lendo. Hoje descobri alguns lugares em São Francisco Xavier, bem adequados para fazer isto.



Qualquer hora destas estarei voltando lá para almoçar e quem sabe, passar uma boa tarde lendo.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 28 de outubro de 2012

PASSEIO DE MOTO ATÉ A CACHOEIRA DO POÇÃO - SÃO BENTO DO SAPUCAÍ / SP (28 OUT 2012)

Esta é continuação da postagem anterior, do passeio a São Bento do Sapucaí (SP).

Saí da Cachoeira do Tobogã e voltei 600 metros na estrada, onde encontrei uma placa indicando outra cachoeira.

Para que fique bem claro como fazer para chegar lá, desde a entrada de São Bento do Sapucaí, segue dica, adaptada da outra postagem: Para chegar até a Cachoeira do Poção, você deve entrar por um pequeno túnel que passa por baixo da estrada, levando em direção ao Bairro do Serrano. Assim que sair do túnel, você vai andar 6.2 quilômetros em uma estrada cujo início é de asfalto, mas depois vira terra. Você vai ver uma placa do lado esquerdo indicando a entrada da cachoeira.

No local, a porteira é trancada e não é permitido entrar de moto ou carro. Você segue por uma trilha de aproximadamente 300 metros e já chega na cachoeira, que tem uma pequena queda d'água, formando um pequeno poço no local e um pouco antes da queda d'água (antes de chegar na cachoeira), existe um poço maior, onde eu vi um pessoal pulando de uma altura de 5 metros, mais ou menos. Aparentemente não há risco, mas eu recomendo não tentar.


Fiquei lá um tempo e entrei um pouco na água, pois o calor estava muito forte. Alguns minutos mais tarde começou a chegar mais gente, e resolvi ir embora.


A cachoeira não tem nada de excepcional, mas não deixa de ser um lugar bacana, desde que não tenha muita gente. O local é limpo.


Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho

domingo, 9 de setembro de 2012

PASSEIO DE MOTO A QUIRIRIM / SP (09 SET 2012)

Hoje, eu e os amigos Raul e Paula fomos fazer um passeio de moto até Quiririm (SP).

Quiririm é um distrito de Taubaté (SP) e foi fundado por colonos italianos por volta de 1894. Na época, os colonos trabalhavam para donos de terra da região, mas desistiram, pois o que ganhavam nem dava para seu sustento. Surgiu a oportunidade de se estabelecerem em uma região de mata virgem, dentro da propriedade de um fazendeiro local, próxima ao rio que hoje é chamado de Rio Quiririm, e em contrapartida, os colonos italianos deveriam modificar o curso deste rio, pois o mesmo alagava freqëentemente grandes extensões de terras.



Quirirm é famosa por sua festa dos imigrantes italianos, que acontece todo início do mês Maio.

Saímos de São José dos Campos (SP) por volta das 10:30 horas, e seguimos pela Estrada Velha Rio-São Paulo até chegar a Quiririm.

A viagem durou cerca de 60 minutos, viajando a uma velocidade de 60 quilômetros por hora.

Fomos direto até a praça principal da cidade, onde descansamos um pouco e tiramos algumas fotos.





Nosso objetivo era almoçar em uma cantina italiana, mas mudamos os planos e acabamos almoçando no Restaurante Fazendinha, que tem um ambiente simples e acolhedor, além de uma comida gostosa.

Terminado o almoço, descansamos um pouco, tiramos mais algumas fotos o fomos embora.


O Restaurante Fazendinha fica em Quiririm, na altura do quilômetro 3 da Rodovia SP-123 que leva a Campos do Jordão (SP).

Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho

domingo, 20 de maio de 2012

UBATUBA / SP ( 19 e 20 MAI 2012 )


Sábado de manhã, depois de ter resolvido algumas coisas, decidi pegar a moto e ir para Ubatuba (SP).

Já eram 10 horas da manhã quando iniciei a viagem, um pouco tarde na minha opinião, mas como fazia um bom tempo que não viajava de moto, resolvi ir de qualquer jeito.

A viagem foi tranqüila. Na descida da serra, um cara com uma grande Harley-Davidson havia caído. Um outro cara que também estava em outra Harley-Davidson, estava tentando tirar a moto de uma valeta. Parei para dar uma mão. Foi super fácil tirar a moto de lá (com 3 pessoas empurrando). Segui viagem.

Cheguei no apartamento em Ubatuba por volta das 12:30, larguei a mochila e fui almoçar. Voltando do almoço, troquei de roupa e saí novamente, para ir para a praia. Embora o vento estivesse um pouco frio, havia sol.

Queria ir a uma praia sossegada, sem muito movimento. Peguei uma estrada de terra, onde, para se chegar nesta praia você tem que subir, e depois descer um morro.

Quando cheguei no alto do morro, vi uma bifurcação na estrada de terra e uma placa escrita "vôo livre". Achei estranho, pois passo com certa freqüência por este lugar e nunca havia visto aquela placa. Além do mais, nunca tinha ouvido falar de pessoas praticando vôo livre por ali.

Enfim, resolvi pegar a estrada para ver este tal lugar de vôo livre.

Aparentemente, o trator abriu esta estrada não faz muito tempo. As últimas chuvas fizeram parte da encosta do morro cair, e a estrada estava um barro só. Os pneus da moto foram completamente engolidos por uma massa de barro vermelho. Mesmo assim continuei até o fim da estrada.


A vista de lá de cima era simplesmente incrível. Parei para tirar algumas fotos e filmar.



Em seguida, retornei para pegar o caminho que levava até a praia.




Como sempre, pouquíssimos turistas estavam no local. Fiquei o resto da tarde por lá. No fim do dia, voltei para casa.

A noite começou a chover. Achei ótimo, pois a moto estava precisando de uma boa lavada mesmo. Completaria o "banho" da moto no dia seguinte.

O domingo amanheceu sem praticamente nenhuma nuvem no céu.


Fui para praia, fiquei lá um tempo e depois voltei para casa, para iniciar minha viagem de retorno para São José dos Campos (SP), que transcorreu sem nenhuma novidade.

Fiz um vídeo bem rápido sobre os lugares que visitei, e ele pode ser visto no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=92UEUkFYT04

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )


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domingo, 8 de abril de 2012

PASSEIO DE MOTO ATÉ A REPRESA DO JAGUARI - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E JACAREÍ / SP - (08 ABR 2012)






Hoje saí para fazer um passeio rápido, e decidi ir até a Represa do Jaguari.

Na realidade, meu objetivo era ir até a represa para encontrar lugares de fácil acesso para que eu possa ir em um futuro breve, dar umas voltas de "stand up paddle surf" para ajudar a melhorar a minha forma física, nos finais de semana que eu não puder ir até a praia. Mesmo não tendo onda para pegar, o passeio de "stand up" vale a pena.

A Represa do Jaguari tem pontos muito agradáveis e sossegados, e outros bem agitados. Estes últimos, freqüentados por certos tipos de pessoas que, como sempre, fazem a maior sujeira e bagunça. Acho simplesmente lamentável a maneira como estas pessoas alteram negativamente os ambientes pelos quais elas passam. Uma hora é no campo, outra hora é na praia, e só a natureza é quem fica com o prejuízo. Enfim, voltemos a assuntos mais agradáveis...

Como ia dizendo, a Represa do Jaguari tem pontos muito agradáveis onde você pode passar algumas horas tomando um sol, se refrescando em suas águas, andando de caiaque, etc. Para quem está iniciando em "stand up" é uma boa opção para se acostumar com a prancha e também para melhorar o preparo físico. Pena que não dá para carregar a prancha e o remo de moto.

Conheço bem o local, e passei em vários pontos, desde São José dos Campos (SP) até Jacareí (SP).

Uma das maneiras de chegar até a represa é indo pela estrada que leva até a fábrica da Ambev, em Jacareí. Depois de passar a fábrica, continue sempre em frente, e mais alguns quilômetros você chegará na represa.

Ao invés de ir por este caminho, optei por ir pelo bairro de Santana, em São José dos Campos, onde boa parte é feita em estrada de terra.

Fiquei pouco tempo e já retornei para casa, pois hoje tinha almoço de Páscoa com a família. Aliás, uma boa Páscoa a todos os companheiros de estrada.

Fiz um filme da região e ele pode ser visto neste link:

http://www.youtube.com/watch?v=4CPl3v8qeXQ


Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho

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domingo, 22 de janeiro de 2012

PASSEIO DE MOTO ATÉ A CACHOEIRA DOS AMORES - SÃO BENTO DO SAPUCAÍ / MG (22 JAN 2012)






Levantei não muito cedo, olhei para o céu e achei que talvez não fosse dar para sair de moto.

Mesmo assim decidi arriscar. Ontem eu havia pesquisado na Internet alguns lugares que gostaria de visitar.

Um destes lugares é a Cachoeira dos Amores, em São Bento do Sapucaí (SP).

Levei comigo uma lista com outros lugares, achando que daria tempo para visitar tudo.

Saí de São José dos Campos (SP) por volta das 09:40 da manhã e rodei os 77 quilômetros até chegar ao portal na entrada de São Bento do Sapucaí.

No meio do caminho, dei uma parada na barraca Café na Roça, que fica na altura do Km 151 da estrada SP-42, para comer um pão de queijo. O que eu experimentei hoje, tinha um gosto um pouco diferente do que eu estou acostumado, mas estava bom.

Para chegar na Cachoeira dos Amores, a partir do portal na entrada principal de São Bento do Sapucaí, faça o seguinte:

1-) Siga até o fim da rua e vire à esquerda, em direção ao centro da cidade.

2-) Observe as placas, e siga em direção ao bairro Paiol Grande. A sinalização é muito boa. É difícil se perder.

3-) Do portal, até a entrada da cachoeira, são aproximadamente 7 quilômetros. Você verá uma entrada à direita da estrada, com uma placa indicando.

A cachoeira fica localizada em propriedade particular, mas o acesso é permitido, mediante o pagamento de uma taxa de R$ 2,50 (na data de hoje).

A Cachoeira dos Amores é formada por várias quedas d'água, e em frente a quase todas elas, existe um poço ou uma pequena piscina natural, onde as pessoas podem nadar.

Eu achei muito legal! Conheço várias cachoeiras e posso afirmar que esta é uma das mais interessantes que já vi.

Passei por todas as quedas d'água, e conheci algumas pessoas por ali. Dentre elas, um senhor que freqüentava o local há mais de 30 anos. Ele contou-me sobre o fato do volume de água ter diminuído no local, em função da construção de uma estação de captação de água logo acima no rio.

Ficamos conversando algum tempo e ele me falou sobre outra cachoeira, mais acima, no meio da mata, seguindo do rio que dava origem à Cachoeira dos Amores.

Eu já havia achado a Cachoeira dos Amores um lugar lindo, mas não imaginava que o melhor ainda estava por vir... (Continua na publicação abaixo)

Fiz um vídeo em que mostro a Cachoeira dos Amores e a Cachoeira do Encontro (descrita na publicação abaixo). Ele pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=PU1LUeJ_YG0

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

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PASSEIO DE MOTO ATÉ A CACHOEIRA DO ENCONTRO - SÃO BENTO DO SAPUCAÍ / MG (22 JAN 2012)




No dia anterior, quando eu estava pesquisando na Internet sobre os lugares que eu queria conhecer em São Bento do Sapucaí (SP), além da Cachoeira dos Amores, vi que próximo a ela havia uma outra cachoeira, chamada Cachoeira do Encontro.

Eu encontrei muito pouca informação sobre a tal cachoeira, e sobre como chegar até ela. Vi duas fotos muito ruins, onde não dava para se ter uma noção real sobre o lugar.

Já havia inclusive descartado a possibilidade de ir conhecê-la. Sorte que uma das pessoas que conheci na Cachoeira dos Amores (ver publicação acima), me falou que as quedas d'água no local eram muito bonitas e me deu todas as indicações necessárias para chegar ao local.

Conforme as orientações recebidas, segui a beira do riacho que dá origem à Cachoeira dos Amores, passei por uma estação de captação de água, atravessei uma pequena ponte metálica sobre o rio, segui por uma minúscula trilha pelo meio da mata.

Tinha lugar da trilha em que minha bota afundava no barro até a altura do calcanhar. Tinha lugar que você tinha que descer sentado, senão levaria um bom tombo.

No meio do caminho, um cachorro solto na trilha, que parecia ser alguma coisa parecida com a raça Bull Terrier, avançou em mim, mas era só frescura. Segundos depois ele já estava lambendo minha mão e abanando o rabo. O dono dele me disse que o cachorro não gosta de capacetes (eu estava com meu capacete na mão), e foi por isso que avançou em mim.

Andei uns 500 metros, talvez um pouco mais, e realmente fiquei surpreso...

Na verdade, não era uma cachoeira. Eram duas, que aparentemente vinham de direções diferentes, e desaguavam em um local chamado Cachoeira do Encontro (o ponto onde as duas cachoeiras se encontram).

Eu acho que só havia visto cena como aquela em um filme. O lugar é muito bonito.

Tirei algumas fotos, mas elas não vão conseguir mostrar a beleza de todo o lugar.

Fiquei por lá algum tempo, até que começou a chegar mais gente. Achei que já estava na hora de ir embora.

Com certeza voltarei lá em um dia menos movimentado Aproveitarei para conhecer outras cachoeiras que tem na cidade, já que eu tive a oportunidade de conhecer uma pessoa que me deu boas dicas sobre como encontrá-las.

Fiz um vídeo em que mostro a Cachoeira dos Amores (descrita na publicação acima) e a Cachoeira do Encontro. Ele pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=PU1LUeJ_YG0

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

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domingo, 8 de janeiro de 2012

PASSEIO DE MOTO ATÉ A CACHOEIRA DO PUTIM - DIVISA ENTRE SANTA BRANCA E GUARAREMA / SP - (08 JAN 2012)






Levantei logo cedo e comecei a me preparar para mais um passeio de moto.

Hoje ele seria mais curto, mas nem por isso seria menos legal.

Basta olhar este blog para ver como gosto de locais que tenham água, especialmente praias e cachoeiras. Hoje foi a vez de conhecer uma nova cachoeira. Encontrei indicações sobre uma cachoeira que fica na divisa entre as cidades de Santa Branca (SP) e Guararema (SP), chamada Cachoeira do Putim.

Não encontrei referências precisas de como chegar até ela, mas pelo meio do caminho fui perguntando e usando um pouco o bom senso, e acabei encontrando-a.

De todas as cachoeiras que fui, esta foi a que tive mais dificuldade de encontrar. Acabei aprendendo dois caminhos completamente diferentes, mas a marcação de quilometragem fiz somente em um deles, portanto, hoje, é este caminho que irei ensinar.

Uma coisa muito importante para se levar em conta quando visitamos lugares como este, é a preservação do local. Ao deixar o local para ir embora, leve seu lixo com você. A natureza agradece, e na próxima vez que você voltar lá, vai encontrar a cachoeira e seu entorno limpos.

Segue a explicação do caminho que fiz:

1-) Saindo de São José dos Campos (SP), a partir da Avenida Bacabal (no Parque Industrial), peguei a estrada velha Rio-São Paulo e fui até Jacareí (SP), percorrendo uma distância de 17 quilômetros. Quando estou de carro, já considero a Rodovia Presidente Dutra uma estrada bastante perigosa. De moto, nem se fala. Por isso, optei para ir até Jacareí pela estrada velha. Eu só uso a Rodovia Presidente Dutra em último caso.

2-) Chegando em Jacareí, peguei a SP-77, Rodovia Nilo Máximo, que vai para Santa Branca (SP). Para eu ensinar este trecho do caminho é bem complicado, portanto, se você não souber onde fica esta estrada, chegando em Jacareí, próximo ao Corpo de Bombeiros ou Delegacia de Polícia, basta perguntar para qualquer pessoa que ela irá lhe explicar. Até Santa Branca são mais 15 quilômetros.

3-) Na entrada de Santa Branca tem a Rodoviária. Bem ao lado direito dela tem uma estrada de terra à direita. Siga por esta estrada.

4-) Depois de andar cerca de 3,5 quilômetros, tem uma bifurcação. Pegue a estrada da esquerda e siga em frente por mais 11 quilômetros, até sair em uma estrada de asfalto.

5-) Na estrada de asfalto, siga em frente e entre na segunda entrada à esquerda que dá acesso a uma estrada de terra em um portão amarelo (atenção, pois existem outros portões amarelos). Trata-se de uma propriedade de uma empresa, mas o portão é mantido aberto para que as pessoas possam ter acesso à cachoeira.

6-) Siga nesta estrada por cerca de 800 metros (atenção para não entrar no lugar errado). Chegando no local, você estará em uma subida. Seu veículo ficará estacionado na beira da estrada de terra. Do seu lado esquerdo está um pasto em declive. Você já conseguirá ouvir o barulho da cachoeira. Atravesse a cerca de arame farpado e entre pelo pasto, seguindo na direção do som da água. Não se sinta acanhado em caminhar pelo pasto ao lado das vacas, elas são muitas e acho que já estão acostumadas com as pessoas, pois nem se importam com sua presença.

Fiz um vídeo sobre o local, que pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=hpbkIEXkNBw

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

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sábado, 7 de janeiro de 2012

PASSEIO DE MOTO A GONÇALVES / MG - CACHOEIRA DO SIMÃO (07 JAN 2012)






Hoje fiz um passeio de moto até Gonçalves (MG). O objetivo era conhecer um pouco mais a região e principalmente as cachoeiras da cidade.

Na verdade, tive tempo para ir somente em uma delas: a Cachoeira do Simão.

Saí cedo de São José dos Campos (SP) e cheguei rapidamente a Gonçalves.

Fiz o seguinte caminho:

1-) Saindo de São José dos Campos, peguei a estrada SP-50 que leva até a Monteiro Lobato (SP).

2-) Continuando por esta estrada, em um trevo antes de chegar a Santo Antonio do Pinhal (SP), existe uma rotatória onde você deve pegar a estrada SP-42 que vai em direção a Sapucaí Mirim (MG) e São Bento do Sapucaí (SP). Já entrando no estado de Minas Gerais, esta estrada se transforma na MG-173.

3-) Pouco depois de passar por São Bento do Sapucaí, e depois por um posto de fiscalização, já dentro do Estado de Minas Gerais, você verá uma placa indicando para esperar no acostamento à direita, pois a entrada para Gonçalves fica à esquerda e é necessário cruzar a estrada.

4-) Na estrada para Gonçalves, basta seguir por cerca de 13 quilômetros.

Já peguei estas estradas diversas vezes. A diferença, é que hoje, a estrada SP-50 estava quase toda "recapeada", e tinha apenas dois pontos em que havia meia pista, devido ao desmoronamento da estrada. A SP-42, no trecho que liga o trevo de Santo Antonio do Pinhal a Sapucaí-Mirim, também foi "recapeado". Está excelente! Vamos ver quanto tempo vai durar.

Chegando em Gonçalves, parei no escritório de turismo no portal de entrada da cidade para pegar um mapa da cidade (havia esquecido meu mapa e minha anotações em casa).

Dei uma passada no centro da cidade para ver como estavam as coisas, tirar umas fotos e filmar o local. Um lugar que acho muito legal por lá é o Café Com Verso. Desde a última vez que estive por lá, as coisas mudaram um pouco no ambiente - está muito bacana. A criatividade dos mineiros é realmente interessante. Hoje encontrei do lado de fora do local uma placa indicando rede sem fio (Internet), mas no estilo mineiro: UAI-FAI ao invés de WI-FI. Outro dia, em Brazópolis (MG) já tinha encontrado a sorveteria UAICE-CREAM. Tudo bem, afinal, estou em Minas Gerais, uai!

Saí do centro da cidade em direção à região onde ficavam as cachoeiras que queria conhecer. Tentei achar a Cachoeira Sete Quedas, mas no lugar onde eu supus que seria a entrada para a trilha que leva até a cachoeira, o mato estava na altura da minha cintura. Barro puro na estrada. Não dava nem para deixar a moto no cavalete, pois afundava no barro. Ela teria que ficar apoiada na cerca de arame farpado ou na parede do morro, na beira da estrada. Alguma coisa me falou para deixar para ir outro dia.

Continuei pela estrada de terra e encontrei uma pessoa a cavalo. Perguntei sobre a Cachoeira Sete Quedas, e ela me disse que a entrada, era aquela mesma que eu havia encontrado antes. Disse que mais à frente teria a Cachoeira do Simão, e que ela era bem legal também. Olhei no bolso do meu blusão e vi que tinha perdido o mapa em algum lugar da estrada (acho que hoje não era meu dia). Fui para a Cachoeira do Simão seguindo as indicações que recebi da pessoa que estava a cavalo.

O lugar é bem agradável, desde que você vá em um dia que não tenha muitas pessoas. Assim que cheguei, havia 3 pessoas na cachoeira (contando comigo). Em poucos minutos, o lugar estava completamente tomado de gente. Se você quer filmar ou tirar uma foto, pode esquecer e deixar para outro dia.

Saí de lá um pouco depois das 13:00 horas. Como o tempo estava "fechando", resolvi começar minha viagem de volta. Parei em Sapucaí Mirim para comer o famoso lanche com lingüiça de lá e retornei para São José dos Campos. Cheguei no fim da tarde.

Filmei alguns lugares por lá, e o vídeo pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=Ril8fgK2S20

Em breve estarei conhecendo as outras cachoeiras de lá, fotografando-as, filmando-as e publicando tudo aqui.

Estando em Gonçalves, o caminho para chegar à Cachoeira do Simão é o seguinte:

1-) Pegar a estrada de terra que vai para o bairro São Sebastião das Três Orelhas. É só perguntar que todo mundo sabe lhe indicar.

2-) Siga por esta estrada por cerca de 3,5 quilômetros e você encontrará uma bifurcação. Pegue a estrada da esquerda, que vai em direção ao bairro dos Venâncios. Existe até uma placa indicando o caminho para o restaurante Le Gourmet Bistrot. Cerca de 600 metros depois, você vai encontrar a entrada para a cachoeira, que aliás, tem mais de uma. Mais abaixo, ao lado de uma ponte, tem a entrada mais fácil, mas não tem lugar para deixar carro. Dá para deixar a moto, e foi onde parei.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo: