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domingo, 3 de agosto de 2014

PASSEIO DE MOTO A GUARAREMA / SP (03 AGO 2014)

Hoje cedo, eu e os amigos Raul e Paula, fizemos um passeio de moto até Guararema (SP).


O dia estava ensolarado. O vento estava um pouco frio, mas isso não foi nenhum impedimento para que fizéssemos o passeio.

Saímos de São José dos Campos (SP) e fomos até Jacareí (SP) pela Estrada Velha Rio-São Paulo.

De lá, tomamos a estrada Nilo Máximo (SP-77) que leva até Santa Branca (SP), mas no meio do caminho, onde ela cruza com a Rodovia dos Trabalhadores, entramos nesta última para chegarmos a Guararema.

Nosso primeiro ponto de parada foi um local chamado Recanto do Pau D'Alho, um dos mais belos pontos turísticos da cidade, bem no centro. O local possui quiosques, bancos, decks com vista panorâmica e pontes que cruzam o rio Paraíba do Sul, dando acesso até as ilhas.


Apenas a título de curiosidade, o nome Guararema em tupi-guarani quer dizer Pau D'Alho, uma árvore que era abundante na região e cuja madeira exala cheiro de alho.


Depois visitamos a Igreja Nossa Senhora D'Ajuda, construída em 1682. Em seu interior é possível ver a imagem de Nossa Senhora D'Ajuda, provavelmente feita em terracota. Esta igreja foi tombada como monumento Histórico-Arquitetônico pelo CONDEPHAAT.


Na volta, resolvemos seguir por uma estrada de terra que nos levou até a parte de trás da rodoviária de Santa Branca. A partir daí, retornamos a São José dos Campos.

( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

sábado, 11 de janeiro de 2014

PASSEIO DE MOTO A SANTA BRANCA / SP ( 11 JAN 2014 )

Gosto muito de passear por pequenas cidades do interior, pois elas são tranquilas, e às vezes escondem coisas curiosas e interessantes para se ver.

Hoje fui até Santa Branca (SP), conhecida como a "Cidade Presépio". Normalmente sempre passo por lá, quando estou a caminho de Salesópolis (SP).


Saí de São José dos Campos (SP), bairro Parque Industrial, pela Rodovia Geraldo Scavone (SP-66) em direção a Jacareí (SP). Esta é a antiga estrada Rio - São Paulo.

Chegando em Jacareí, peguei a Rodovia Nilo Máximo (SP-77) até Santa Branca.

O tempo total do percurso de ida foi 45 minutos, respeitando o limite de velocidade das respectivas estradas. A distância total percorrida na ida foi de 33 quilômetros.

Conforme pesquisei na Internet, existem histórias um pouco contraditórias sobre o surgimento de Santa Branca.

Pelo que li, sabe-se que a região de Santa Branca é habitada pelo menos desde a década de 1820. Na época um grande proprietário de terras da região (Domingos Brito de Godoy), fez a doação de uma parte se suas terras, para a construção de uma capela em homenagem a Santa Branca, e ao seu redor, nasceu o povoado que hoje é a cidade de mesmo nome da capela. A data oficial de sua fundação é 22/05/1832.

Segundo as informações que consegui, a antiga capela (construída em 1828) faz parte do prédio da Igreja Matriz de hoje.


Existe uma outra igreja de interesse histórico, construída em taipa de pilão, que é a Igreja do Rosário (construção de 1869), mas infelizmente estava fechada hoje.


Na Praça Ajudante Braga, a principal praça da cidade, existe uma casa bem antiga, chamada de Edifício Ajudante Braga, que hoje abriga a Câmara Municipal de Santa Branca. Ele foi construído pelo próprio Ajudante Braga na época do império.


Hoje, com uma população aproximada de 14 mil habitantes, as principais atividades econômicas de Santa Branca são a agricultura, pecuária, alguma coisa na parte industrial e o turismo rural.

Passei pela Igreja Matriz, tirei algumas fotos de seu interior e depois dei uma passada no prédio antigo que chamam de Mercado Municipal, mas sinceramente, não vi algo parecido com um mercado. O prédio parece que foi reformado recentemente.

Já no caminho de volta, parei próximo à Ponte Metálica (construída em 1902) para fotografa-la.


Ainda como pontos turísticos de interesse histórico, encontrei referência à Fazenda Caetê, Fazenda do Porto, Fazenda do Putim, Fazenda do Serrote e Fazenda Gomeatinga. Contudo, hoje não foi possível localizá-las. Voltarei lá outro dia só para isso.

Lembro ainda que existe a Cachoeira do Putim, na divisa entre Santa Branca e Guararema. Um lugar magnífico, que já tive oportunidade de ir - veja a publicação do passeio à Cachoeira do Putim no link abaixo:
Por fim, existe a orla de uma represa, muito procurada por pessoas que querem passear de barco ou pescar.


Santa Branca é mais uma cidade que faz parte do meu roteiro de cidades tranquilas. Vale a pena conhecê-la.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

domingo, 8 de janeiro de 2012

PASSEIO DE MOTO ATÉ A CACHOEIRA DO PUTIM - DIVISA ENTRE SANTA BRANCA E GUARAREMA / SP - (08 JAN 2012)






Levantei logo cedo e comecei a me preparar para mais um passeio de moto.

Hoje ele seria mais curto, mas nem por isso seria menos legal.

Basta olhar este blog para ver como gosto de locais que tenham água, especialmente praias e cachoeiras. Hoje foi a vez de conhecer uma nova cachoeira. Encontrei indicações sobre uma cachoeira que fica na divisa entre as cidades de Santa Branca (SP) e Guararema (SP), chamada Cachoeira do Putim.

Não encontrei referências precisas de como chegar até ela, mas pelo meio do caminho fui perguntando e usando um pouco o bom senso, e acabei encontrando-a.

De todas as cachoeiras que fui, esta foi a que tive mais dificuldade de encontrar. Acabei aprendendo dois caminhos completamente diferentes, mas a marcação de quilometragem fiz somente em um deles, portanto, hoje, é este caminho que irei ensinar.

Uma coisa muito importante para se levar em conta quando visitamos lugares como este, é a preservação do local. Ao deixar o local para ir embora, leve seu lixo com você. A natureza agradece, e na próxima vez que você voltar lá, vai encontrar a cachoeira e seu entorno limpos.

Segue a explicação do caminho que fiz:

1-) Saindo de São José dos Campos (SP), a partir da Avenida Bacabal (no Parque Industrial), peguei a estrada velha Rio-São Paulo e fui até Jacareí (SP), percorrendo uma distância de 17 quilômetros. Quando estou de carro, já considero a Rodovia Presidente Dutra uma estrada bastante perigosa. De moto, nem se fala. Por isso, optei para ir até Jacareí pela estrada velha. Eu só uso a Rodovia Presidente Dutra em último caso.

2-) Chegando em Jacareí, peguei a SP-77, Rodovia Nilo Máximo, que vai para Santa Branca (SP). Para eu ensinar este trecho do caminho é bem complicado, portanto, se você não souber onde fica esta estrada, chegando em Jacareí, próximo ao Corpo de Bombeiros ou Delegacia de Polícia, basta perguntar para qualquer pessoa que ela irá lhe explicar. Até Santa Branca são mais 15 quilômetros.

3-) Na entrada de Santa Branca tem a Rodoviária. Bem ao lado direito dela tem uma estrada de terra à direita. Siga por esta estrada.

4-) Depois de andar cerca de 3,5 quilômetros, tem uma bifurcação. Pegue a estrada da esquerda e siga em frente por mais 11 quilômetros, até sair em uma estrada de asfalto.

5-) Na estrada de asfalto, siga em frente e entre na segunda entrada à esquerda que dá acesso a uma estrada de terra em um portão amarelo (atenção, pois existem outros portões amarelos). Trata-se de uma propriedade de uma empresa, mas o portão é mantido aberto para que as pessoas possam ter acesso à cachoeira.

6-) Siga nesta estrada por cerca de 800 metros (atenção para não entrar no lugar errado). Chegando no local, você estará em uma subida. Seu veículo ficará estacionado na beira da estrada de terra. Do seu lado esquerdo está um pasto em declive. Você já conseguirá ouvir o barulho da cachoeira. Atravesse a cerca de arame farpado e entre pelo pasto, seguindo na direção do som da água. Não se sinta acanhado em caminhar pelo pasto ao lado das vacas, elas são muitas e acho que já estão acostumadas com as pessoas, pois nem se importam com sua presença.

Fiz um vídeo sobre o local, que pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=hpbkIEXkNBw

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

PASSEIO DE MOTO A SALESÓPOLIS / SP (02 NOV 2009)






No ano passado eu havia ido para Salesópolis (SP) visitar o Museu Usina e em outra ocasião este ano, no Carnarock que é uma festa de um grupo de motociclistas de lá: Lobos da Nascente e Lobas da Nascente.

Estava querendo dar mais uma olhada por Salesópolis, para ver o que tinha de interessante por lá, e é claro, conhecer a nascente do Rio Tietê, que das outras vezes não foi possível conhecer.

Saindo de São José dos Campos (SP), peguei a Rodovia dos Tamoios no sentido Caraguatatuba (SP), até o ponto ela se encontra com a Rodovia Carvalho Pinto, pegando esta última em direção a São Paulo. No trevo de entrada para Jacareí (SP), existe também uma entrada para Santa Branca (SP). Peguei a entrada para Santa Branca e segui pela Rodovia Nilo Máximo (SP-77). Passei por Santa Branca e pela mesma rodovia, cheguei até Salesópolis.

A rodovia SP-77, no trecho entre Jacareí e Santa Branca está bem ruim. No trecho entre Santa Branca e Salesópolis está em boa parte com asfalto novo, mas em alguns trechos existe só meia pista para se transitar, por causa da estrada estar desbarrancando de um dos lados.

Chegando em Salesópolis, fui na direção da Usina, mas no meio do caminho vi uma placa para um outro lugar chamado Aterrado. Resolvi ir até lá para ver o que tinha. Na verdade, quando cheguei lá o pessoal me disse que o local se chama Represa do Aterrado. Realmente, é uma pequena barragem que separa um monte de água dos dois lados. Fiquei lá alguns instantes, tirei fotos e continuei minha viagem em direção à Usina.

Para chegar na Usina, você pega uma estrada de terra com cerca de 10 quilômetros de extensão. Motos como a minha, no estilo "trail", passam sem problemas. Motos de outros estilos vão dar um pouco de trabalho para o piloto. Uma dica: atualmente, para entrar na Usina de terça à sexta-feira, você paga R$ 4,00 e aos sábados a entrada é gratuita.

No portão de entrada da usina havia uma placa dizendo que eles estão abertos de terça-feira a sábado e era segunda-feira. Está bom. O lugar eu já conhecia mesmo e não faltarão oportunidades para voltar lá.

Dei uma passada pelo centro da cidade, tirei umas fotos da Igreja Matriz e me pus a caminho da nascente do Rio Tietê. Para chegar lá, você pega a Rodovia SP-88 em direção a Paraibuna (SP), cujo asfalto está muito bom. Entre os quilômetros 107 e 108 existe uma entrada à direita, bem sinalizada, para a nascente do Rio Tietê. Você segue por mais seis quilômetros em estrada de terra e chega lá.

Para entrar na nascente você paga R$ 2,00 e existe uma pessoa bem no lugar onde nasce o Rio Tietê, para dar algumas explicações. Você pode fazer algumas trilhas pelo meio da mata, mas logo na entrada já é alertado por um cartaz indicando que cobras, enxames de abelhas, lagartos e lagartas são comuns pelo caminho. O local possui um pequeno museu, banheiros e água potável. Tudo muito limpo, organizado e bem cuidado.

A água na nascente é tão limpa, que ao fotografar a nascente e olhar a imagem, você tem a impressão que apenas fotografou pedras sobre a areia.

Fiquei algum tempo por lá e depois iniciei a viagem de volta para casa.

Embora não tenha visitado a Usina Museu desta vez, eu já a conhecia e é um passeio que vale a pena fazer. Existe um guia especializado que sempre acompanha os visitantes, contando toda a história do lugar. Em um mini-laboratório no local, o visitante pode fazer algumas experiências científicas simples, que envolvem energia e magnetismo (para crianças é bem interessante). Você sobe uma escadaria até onde ficam as comportas e pode apreciar a vista ou tirar lindas fotos. As quedas d'água são muito bonitas. Depois visita a "casa de máquinas" onde poderá ver uma antiga turbina, que funciona até hoje. O local possui banheiros, água potável, é limpo e muito bem cuidado. Você pode comprar algumas lembranças em uma "lojinha" dentro da própria usina.

Se quiser fazer uma refeição, saindo de Salesópolis pela estrada SP-88 em direção a Paraibuna, existe um restaurante bastante concorrido chamado Nhá Luz. O local é simples, mas a comida é muito boa.

Um pouco mais a frente tem também a lanchonete e sorveteria Cachoeira da Porteira Preta (sede de um motoclube local), lugar legal e muito popular. Aproveite para tomar um banho nas cachoeiras.
( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

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