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sábado, 19 de março de 2016

PASSEIO DE MOTO A GUARAREMA / SP (19 MAR 2016)

Hoje tinha um assunto para resolver em Jacareí (SP), e aproveitei a oportunidade para conhecer a Rodovia Henrique Eroles, que liga o trecho Jacareí - Guararema (SP).

Na verdade, se você seguir pela rodovia depois de Guararema, você vai acabar chegando em Itaquaquecetuba (SP).

O trecho entre Jacareí e Guararema tem cerca de 20 quilômetros. Neste passeio que fiz, a estrada estava em um estado de conservação bem aceitável e é uma boa opção para se chegar a Guararema, caso queira evitar as principais estradas.

Chegando em Guararema fui até o Recanto Pau D'Alho.



Fiquei por ali algum tempo tirando algumas fotos e me dirigi até a Estação Ferroviária da cidade que foi reativada. Existe um trem antigo que leva os turistas para passear.


Tirei algumas fotos do local e fui até a Igreja Nossa Senhora D'Ajuda.



Aproveitei para descansar um pouco, tirar mais fotos e retornei a São José dos Campos.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

domingo, 3 de agosto de 2014

PASSEIO DE MOTO A GUARAREMA / SP (03 AGO 2014)

Hoje cedo, eu e os amigos Raul e Paula, fizemos um passeio de moto até Guararema (SP).


O dia estava ensolarado. O vento estava um pouco frio, mas isso não foi nenhum impedimento para que fizéssemos o passeio.

Saímos de São José dos Campos (SP) e fomos até Jacareí (SP) pela Estrada Velha Rio-São Paulo.

De lá, tomamos a estrada Nilo Máximo (SP-77) que leva até Santa Branca (SP), mas no meio do caminho, onde ela cruza com a Rodovia dos Trabalhadores, entramos nesta última para chegarmos a Guararema.

Nosso primeiro ponto de parada foi um local chamado Recanto do Pau D'Alho, um dos mais belos pontos turísticos da cidade, bem no centro. O local possui quiosques, bancos, decks com vista panorâmica e pontes que cruzam o rio Paraíba do Sul, dando acesso até as ilhas.


Apenas a título de curiosidade, o nome Guararema em tupi-guarani quer dizer Pau D'Alho, uma árvore que era abundante na região e cuja madeira exala cheiro de alho.


Depois visitamos a Igreja Nossa Senhora D'Ajuda, construída em 1682. Em seu interior é possível ver a imagem de Nossa Senhora D'Ajuda, provavelmente feita em terracota. Esta igreja foi tombada como monumento Histórico-Arquitetônico pelo CONDEPHAAT.


Na volta, resolvemos seguir por uma estrada de terra que nos levou até a parte de trás da rodoviária de Santa Branca. A partir daí, retornamos a São José dos Campos.

( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 8 de janeiro de 2012

PASSEIO DE MOTO ATÉ A CACHOEIRA DO PUTIM - DIVISA ENTRE SANTA BRANCA E GUARAREMA / SP - (08 JAN 2012)






Levantei logo cedo e comecei a me preparar para mais um passeio de moto.

Hoje ele seria mais curto, mas nem por isso seria menos legal.

Basta olhar este blog para ver como gosto de locais que tenham água, especialmente praias e cachoeiras. Hoje foi a vez de conhecer uma nova cachoeira. Encontrei indicações sobre uma cachoeira que fica na divisa entre as cidades de Santa Branca (SP) e Guararema (SP), chamada Cachoeira do Putim.

Não encontrei referências precisas de como chegar até ela, mas pelo meio do caminho fui perguntando e usando um pouco o bom senso, e acabei encontrando-a.

De todas as cachoeiras que fui, esta foi a que tive mais dificuldade de encontrar. Acabei aprendendo dois caminhos completamente diferentes, mas a marcação de quilometragem fiz somente em um deles, portanto, hoje, é este caminho que irei ensinar.

Uma coisa muito importante para se levar em conta quando visitamos lugares como este, é a preservação do local. Ao deixar o local para ir embora, leve seu lixo com você. A natureza agradece, e na próxima vez que você voltar lá, vai encontrar a cachoeira e seu entorno limpos.

Segue a explicação do caminho que fiz:

1-) Saindo de São José dos Campos (SP), a partir da Avenida Bacabal (no Parque Industrial), peguei a estrada velha Rio-São Paulo e fui até Jacareí (SP), percorrendo uma distância de 17 quilômetros. Quando estou de carro, já considero a Rodovia Presidente Dutra uma estrada bastante perigosa. De moto, nem se fala. Por isso, optei para ir até Jacareí pela estrada velha. Eu só uso a Rodovia Presidente Dutra em último caso.

2-) Chegando em Jacareí, peguei a SP-77, Rodovia Nilo Máximo, que vai para Santa Branca (SP). Para eu ensinar este trecho do caminho é bem complicado, portanto, se você não souber onde fica esta estrada, chegando em Jacareí, próximo ao Corpo de Bombeiros ou Delegacia de Polícia, basta perguntar para qualquer pessoa que ela irá lhe explicar. Até Santa Branca são mais 15 quilômetros.

3-) Na entrada de Santa Branca tem a Rodoviária. Bem ao lado direito dela tem uma estrada de terra à direita. Siga por esta estrada.

4-) Depois de andar cerca de 3,5 quilômetros, tem uma bifurcação. Pegue a estrada da esquerda e siga em frente por mais 11 quilômetros, até sair em uma estrada de asfalto.

5-) Na estrada de asfalto, siga em frente e entre na segunda entrada à esquerda que dá acesso a uma estrada de terra em um portão amarelo (atenção, pois existem outros portões amarelos). Trata-se de uma propriedade de uma empresa, mas o portão é mantido aberto para que as pessoas possam ter acesso à cachoeira.

6-) Siga nesta estrada por cerca de 800 metros (atenção para não entrar no lugar errado). Chegando no local, você estará em uma subida. Seu veículo ficará estacionado na beira da estrada de terra. Do seu lado esquerdo está um pasto em declive. Você já conseguirá ouvir o barulho da cachoeira. Atravesse a cerca de arame farpado e entre pelo pasto, seguindo na direção do som da água. Não se sinta acanhado em caminhar pelo pasto ao lado das vacas, elas são muitas e acho que já estão acostumadas com as pessoas, pois nem se importam com sua presença.

Fiz um vídeo sobre o local, que pode ser visto neste link http://www.youtube.com/watch?v=hpbkIEXkNBw

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

Para você que gosta de uma aventura em moto, ou quer despertar o espírito aventureiro sobre duas rodas, recomendo o livro abaixo:

domingo, 23 de outubro de 2011

PASSEIO DE MOTO A GUARAREMA / SP (23 OUT 2011)






Na sexta-feira havia visto a previsão do tempo para ver se programava algum passeio de moto, mas para o fim de semana era anunciado tempo nublado com possibilidade de chuva. Ultimamente, pelo que tenho visto, é mais fácil uma cartomante de araque prever o tempo com grande possibilidade de acerto.

Enfim, levantei hoje cedo, estava meio frio, mas o céu estava razoavelmente limpo. Quando saí para fora de casa um pouco e senti aquele vento gelado, imaginei que não seria uma boa idéia fazer um passeio de moto.

Aguardei até as 10:00 horas da manhã para sair, ainda com o vento frio.

Resolvi fazer um passeio até Guararema (SP), que fica bem perto e a viagem é rápida.

Nos meados do século XVI, começou a se formar um vilarejo que depois passaria a se chamar Arraial da Escada. Em 1652, foi erguida neste local uma capela em homenagem à Nossa Senhora da Escada. De acordo com as histórias locais, este nome foi escolhido por causa de uma escada que existia entre a barragem do rio e a capela. Em fevereiro de 1846 foi o Arraial foi elevado a Freguesia, Freguesia da Escada, e em 1872 foi elevado a Distrito de Paz.

Em 1875, uma ex-escrava recebeu um quinhão de terra a cerca de 6 quilômetros de distância de onde ficava a Igreja de Nossa Senhora da Escada e ali construiu uma pequena capela em homenagem a São Benedito. Com o passar do tempo, outras pessoas foram se estabelecendo ao redor desta capela, e este lugar passou a se chamar Guararema (em tupi-guarani quer dizer Pau D'Alho, uma árvore que era abundante na região e cuja madeira exala cheiro de alho). Esta vila passou a se desenvolver bastante, principalmente após a construção de uma estação de trem em 1876. Em 1890, a sede do Distrito da Paz da Escada foi transferida para Guararema e em 1898 foi elevada à categoria de Município.

A viagem de São José dos Campos (SP) até Guararema foi rápida, cerca de 40 minutos e 44 quilômetros percorridos.

Saindo de São José dos Campos, peguei a Via Dutra até Jacareí (SP). A partir do trevo que vai em direção a Santa Branca e que cruza a Rodovia Ayrton Senna/Trabalhadores, peguei a referida rodovia até Guararema.

Com uma população de cerca de 27.000 habitantes, Guararema é uma cidade pequena, que dispõe de uma infra-estrutura adequada para o turismo, com hotéis e pousadas bem legais (já fiquei em alguns deles), ótimos restaurantes (dentre eles recomendo o Mirante do Paraíba, localizado na Freguesia da Escada, que é excelente). A economia da cidade está voltada para a agropecuária, turismo e produção de flores, especialmente orquídeas.

Chegando na cidade, quis parar no Recanto do Pau D'Alho, mas o local estava interditado e em obras. Fui até a Igreja Matriz, mas também estava interditada.

Resolvi dar uma passada no Parque Municipal da Ilha Grande, um lugar muito tranqüilo e bonito. Depois parei na estação de trem (construção de 1876) para fotografá-la, bem como a Ponte de Ferro (construção de 1910) que fica praticamente ao lado.

Passei em seguida na Igreja Nossa Senhora D'Ajuda, construída em 1682, tendo sua parte exterior sido feita de pau-a-pique e interior de taipa de pilão. A imagem de Nossa Senhora em sue interior foi esculpida em terracota.

Momentos depois fui até o Parque Municipal da Pedra Montada, uma área verde muito bonita e preservada, cujo nome deve-se a duas enormes pedras, uma montada sobre a outra.

Terminada minha visita ao parque, dirigi-me até a Igreja Nossa Senhora da Escada, construída em 1652, com suas paredes feitas em taipa de pilão, e que hoje faz parte do patrimônio histórico nacional. A igreja é conhecida também por ter a única imagem de São Longuinho em todo o Brasil.

Não irei contar toda a estória aqui, mas segundo relatos, São Longuinho foi o centurião que no momento da crucificação, perfurou Jesus Cristo com uma lança e que aos pés da cruz, reconheceu-o como Filho de Deus. Deste ferimento provocado pela lança, verteu um líquido que caiu nos olhos do centurião e o curou de uma doença que ele tinha nos olhos. O centurião se converteu ao cristianismo, abandonando sua carreira militar e indo fazer pregações na região da Cesarea e Capadócia. São Longuinho é normalmente invocado para encontrar objetos perdidos.

Terminada minha visita à Igreja Nossa Senhora da Escada, retornei a São José dos Campos.

( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho )

domingo, 1 de novembro de 2009

PASSEIO DE MOTO A MONTEIRO LOBATO / SP (01 NOV 2009)



O dia começou com o céu limpo e um sol muito bonito.

Havia planejado uma viagem até Guararema (SP). Nem chegamos a rodar 1 quilômetro sequer e tivemos um imprevisto. Guararema ficaria para outro dia.

Mudados os planos. Eu e os amigos Raul e Paula seguimos para Monteiro Lobato (SP) para almoçarmos lá.

O Raul disse que conhecia um caminho diferente para chegar em Monteiro Lobato e concordamos em fazê-lo. Saindo de São José dos Campos, indo pela estrada em direção ao clube Luso-Brasileiro, passamos a entrada do mesmo e continuamos por uma estrada de terra até chegar em uma rotatória, já na cidade de Caçapava. Nesta rotatória, existem diversas placas de indicação. À esquerda, uma estrada para Monteiro Lobato. Inicialmente ela é asfaltada e é de mão dupla, depois, começa a estreitar e temos passagem somente para um veículo. Finalmente, o asfalto acaba e se transforma em uma estrada de terra até quase as proximidades de Monteiro Lobato, quando voltamos a ter asfalto e pista de mão dupla. A estrada termina bem na entrada da cidade de Monteiro Lobato, em frente à Delegacia de Polícia.

A paisagem pelo caminho é muito bonita. Em um trecho de terra, estávamos no alto do morro, cercados pela floresta, quando ouvi um forte barulho de água e olhei para baixo. Uma cachoeira muito legal. Paramos as motos na beira da estrada e descemos o morro. Não sei como a cachoeira se chama, mas o local é muito bonito. Olhando ao redor, pudemos ver que a cachoeira começava muito antes de onde estávamos e ia muito mais adiante. Depois de tirarmos algumas fotos, subimos o morro de volta e seguimos viagem.

A Aldeia do Buquira, acabou se transformando no "Patrimônio da Freguesia de Nossa Senhora do Bom Sucesso do Buquira" por volta de 1854. Em 1880 transforma-se no município de Buquira. Em 1948 o nome do município mudou para Monteiro Lobato, em homenagem ao escritor José Bento Monteiro Lobato, que morou em uma fazenda da região e onde escreveu alguns livros. A cidade conta com quase 4000 habiantes e suas principais atividades econômicas são o turismo, o artesanato e a agropecuária.

Chegamos ao centro da cidade por volta das 13:50 horas. Por sugestão da Paula, fomos almoçar no restaurante Tia Nastácia, localizado na Praça Comendador Freire. Como o restaurante estava lotado e havia uma lista de espera razoável para a mesa, resolvi ir até o outro lado da praça, na Torteria e Café Sabor Da Terra, comer um pedaço de torta e tomar um refrigerante. Embora não seja apreciador de frango, o pedaço de torta de frango com catupiry que eu comi estava uma delícia.

Voltei para o restaurante e depois de aguardarmos um bom tempo, conseguimos uma mesa. O restaurante é bastante concorrido, e com toda razão. A comida que eles servem é excelente e a quantidade de cada porção é capaz de satisfazer até os apetites mais vorazes.

Terminado o almoço, retornamos a São José dos Campos (SP) pela estrada SP-50.

Na minha percepção, Monteiro Lobato é um local adequado para ir passar um fim de semana ou mesmo umas férias sossegado. O ambiente da "roça" aliado à paisagem da montanha e às cachoeiras do local, tornam sua estadia perfeita.

Quando for a Monteiro Lobato, não deixe de fazer uma refeição no restaurante Tia Nastácia, ou tomar um café com torta no Sabor da Terra. Vale a pena.
( Texto e fotos: Wilson Luiz Negrini de Carvalho )